Era uma vez... Vamos contar histórias com o corpo!

Desenvolvida por: Maira … (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Língua Portuguesa | Psicomotricidade | Desenvolvimento Socioemocional
Temática: Contação de histórias com fantoches, expressão corporal, sequência temporal e desenho livre

Essa aula foi pensada para crianças de 6 e 7 anos do 1º ano do Ensino Fundamental, incluindo alunos com deficiência intelectual (DI). A ideia central é usar a contação de histórias como fio condutor de toda a aula, conectando oralidade, corpo, noção de tempo e expressão gráfica em uma sequência lúdica e acessível.

O professor apresenta uma história curta usando fantoches e imagens coloridas grandes. Enquanto conta, faz pausas para perguntar o que os personagens estão sentindo, o que vai acontecer depois, quem reconhece aquela emoção. Isso ativa a escuta ativa e o reconhecimento de emoções, habilidades importantes para essa faixa etária.

Depois da contação, os alunos são convidados a reencenar a história com o próprio corpo: andar como o personagem, fazer a cara de triste ou de surpreso, imitar o movimento de uma cena. Essa parte trabalha a psicomotricidade grossa de forma natural, sem virar uma aula de educação física, mas usando o movimento como linguagem.

Na sequência, cada criança recebe uma folha com três imagens da história embaralhadas e precisa colocá-las na ordem certa: o que aconteceu antes, durante e depois. Essa atividade trabalha a noção temporal de forma concreta e visual, sem exigir leitura ou escrita.

Por último, os alunos desenham com traços livres a cena favorita da história, usando lápis de cor e giz de cera. O foco não é o resultado estético, mas o processo: segurar o lápis, controlar o traço, escolher a cor. Para alunos com DI, o professor pode sentar ao lado, nomear as cores juntos e perguntar o que está desenhando.

A aula toda respeita ritmos diferentes. Quem termina antes pode recontar a história para um colega. Quem precisa de mais tempo tem esse espaço. A avaliação é observacional e formativa, sem pressão por produto final.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos dessa aula giram em torno de três grandes eixos: linguagem oral, corpo e organização do pensamento. A contação de histórias cria um contexto real para os alunos praticarem a escuta com atenção e expressarem ideias em voz alta, sem a pressão da escrita. O movimento corporal entra como uma segunda linguagem: quando a criança imita um personagem, ela está compreendendo a narrativa de outra forma. A sequência de imagens exige que o aluno organize o que ouviu em uma linha de tempo simples, o que é um passo importante para o desenvolvimento do raciocínio lógico nessa faixa etária. O desenho livre, por sua vez, fecha o ciclo permitindo que cada um registre a história do seu jeito, com autonomia e sem modelo a copiar.

  • Ouvir e compreender uma história narrada com apoio de fantoches e imagens coloridas
  • Recontar oralmente partes da história usando palavras próprias ou gestos
  • Usar o corpo para representar personagens e ações da narrativa
  • Organizar três imagens da história na sequência temporal correta (antes, durante e depois)
  • Identificar e nomear emoções básicas dos personagens (alegria, tristeza, medo, surpresa)
  • Produzir um desenho livre representando uma cena da história com controle progressivo do traço

Habilidades Específicas BNCC

  • EF01LP01: Reconhecer que textos são lidos e escritos da esquerda para a direita e de cima para baixo da página, identificando a organização básica de narrativas orais e escritas Conheça mais sobre a EF01LP01
  • EF01LP02: Escrever, espontaneamente ou por ditado, palavras e frases de forma alfabética — aqui adaptado para o contexto oral e de reconhecimento de imagens, sem foco em alfabetização formal Conheça mais sobre a EF01LP02
  • EF01LP15: Recontar oralmente, com apoio de imagens, fatos da narrativa ouvida, na ordem em que ocorrem Conheça mais sobre a EF01LP15
  • EF01LP16: Identificar e nomear personagens e cenário de histórias ouvidas, com ou sem apoio de imagens Conheça mais sobre a EF01LP16
  • EF01LP19: Planejar e produzir, em colaboração com o professor, (re)contagens de histórias, com base em narrativas lidas ou ouvidas Conheça mais sobre a EF01LP19
  • EF15LP09: Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível Conheça mais sobre a EF15LP09

Conteúdo Programático

O conteúdo dessa aula não está organizado em disciplinas separadas, mas em camadas que se complementam. A história é o ponto de partida, mas o que os alunos aprendem vai além da narrativa em si. Eles estão praticando como ouvir, como se expressar, como organizar ideias no tempo e como registrar com o corpo e com o desenho. Para alunos com DI, esses conteúdos ganham ainda mais importância porque são trabalhados de forma multissensorial, o que favorece a compreensão e a retenção.

  • Oralidade e escuta ativa: atenção à narrativa, resposta a perguntas simples sobre a história
  • Expressão corporal e psicomotricidade grossa: imitação de personagens, movimentos amplos e coordenados
  • Noção temporal: sequência de eventos (antes, durante e depois) com apoio visual
  • Reconhecimento de emoções: identificação de sentimentos dos personagens em imagens e na encenação
  • Motricidade fina: uso de lápis de cor e giz de cera para desenho com traços livres
  • Linguagem visual: representação de cenas por meio do desenho sem modelo a copiar

Metodologia

A aula usa a história como âncora para todas as atividades. Cada etapa parte do que veio antes: primeiro ouvir, depois agir com o corpo, depois organizar visualmente e por fim registrar. Essa progressão faz sentido para crianças pequenas porque respeita como elas aprendem, do concreto para o mais abstrato. O uso de fantoches e imagens grandes garante que alunos com DI tenham acesso visual ao conteúdo sem depender da linguagem verbal. A encenação corporal tira as crianças do lugar passivo e coloca cada uma como protagonista por alguns minutos. A atividade de sequência com imagens é individual, mas o professor circula e conversa com cada aluno, tornando o momento também uma avaliação formativa em tempo real.

  • Contação de histórias com fantoches e imagens coloridas grandes (A4 ou maior), com pausas para perguntas
  • Encenação coletiva: alunos imitam personagens e ações com o corpo, com mediação do professor
  • Atividade individual de sequência: organizar 3 imagens da história na ordem correta sobre a mesa
  • Desenho livre da cena favorita com lápis de cor e giz de cera, sem modelo ou cobrança de resultado
  • Rodada de compartilhamento: cada aluno pode mostrar o desenho e dizer (com palavras ou gestos) o que desenhou

Aulas e Sequências Didáticas

A aula de 60 minutos foi dividida em quatro momentos encadeados. A transição entre eles é feita pelo próprio professor com uma frase simples, como 'agora vamos levantar e virar personagens' ou 'chegou a hora de desenhar'. Não há necessidade de sinal ou rotina diferente. O tempo de cada etapa é uma referência, não uma regra rígida: se a encenação estiver muito engajada, vale estender um pouco e encurtar o tempo de compartilhamento no final.

  • Aula 1: [0–15 min
  • Momento 1: Preparando o ambiente e apresentando os fantoches (Estimativa: 10 minutos)
    Antes de iniciar a aula, organize o espaço da sala em semicírculo, com as crianças sentadas no chão ou em suas cadeiras voltadas para você. Deixe os fantoches escondidos em uma caixa ou sacola colorida para criar expectativa. Comece chamando a atenção dos alunos com uma voz animada: 'Hoje vamos conhecer personagens muito especiais que vieram nos contar uma história!' Retire os fantoches devagar, apresentando cada um pelo nome e deixando que as crianças os observem de perto. Permita que alguns alunos toquem os fantoches brevemente antes de começar, pois esse contato sensorial ajuda a engajar especialmente as crianças com deficiência intelectual. Fixe as imagens coloridas da história em um mural ou quadro visível a todos, em tamanho A4 ou maior. É importante que você fale com entusiasmo e gesticule bastante nesse momento, pois a expressividade corporal e vocal do professor é o principal recurso de atenção para essa faixa etária. Observe se os alunos estão olhando para os fantoches e para as imagens, se fazem perguntas espontâneas ou se apontam para os personagens — esses são indicadores de engajamento inicial.

    Momento 2: Contação de história com pausas interativas (Estimativa: 15 minutos)
    Inicie a contação da história usando os fantoches e as imagens coloridas como apoio visual. Narre com voz expressiva, alternando tons para cada personagem, e movimente os fantoches de forma clara e exagerada para facilitar a compreensão. A cada cena importante, aponte para a imagem correspondente no mural. Faça pausas estratégicas durante a narrativa para perguntas simples e diretas, como: 'Como você acha que esse personagem está se sentindo agora?', 'Olha a carinha dele — ele está triste ou feliz?', 'O que vocês acham que vai acontecer depois?'. Aceite respostas verbais, gestuais ou até expressões faciais como formas válidas de participação. É importante que você não avance na história sem dar tempo para as crianças processarem cada cena — espere pelo menos 5 segundos após cada pergunta antes de continuar. Observe se os alunos reagem emocionalmente às cenas (riem, fazem cara de susto, ficam em silêncio de atenção), pois essas reações indicam compreensão mesmo sem verbalização. Ao final da história, pergunte: 'Quem lembra o que aconteceu no começo? E no final?' para verificar a compreensão geral da narrativa.

    Momento 3: Encenação coletiva com o corpo (Estimativa: 12 minutos)
    Convide os alunos a se levantarem e a usarem o corpo para reencenar partes da história. Comece você mesmo demonstrando: 'Vamos andar como o personagem triste — olha como ele caminha devagar, com a cabeça baixa.' Depois peça que todos imitem juntos. Proponha pelo menos três situações de encenação, como imitar o personagem com medo, o personagem surpreso e o personagem feliz. Use comandos curtos e demonstre sempre antes de pedir que os alunos façam. Permita que cada criança expresse à sua maneira — não há resposta certa nesse momento. Essa atividade trabalha a psicomotricidade grossa e o reconhecimento de emoções de forma lúdica e natural. É importante que você circule pelo espaço, incentivando as crianças mais tímidas com um toque gentil no ombro ou um elogio específico: 'Que cara de surpreso incrível você fez!' Observe quem participa espontaneamente, quem precisa de modelo para imitar e quem prefere observar — todas essas formas de engajamento têm valor e devem ser registradas mentalmente para a avaliação formativa.

    Momento 4: Atividade de sequência de imagens (Estimativa: 13 minutos)
    Peça que os alunos voltem aos seus lugares e distribua a folha de atividade com as 3 imagens da história embaralhadas. Explique a tarefa de forma simples e visual: 'Essas três figuras mostram partes da história, mas estão misturadas. Vocês precisam colocar na ordem certa: o que aconteceu primeiro, o que aconteceu no meio e o que aconteceu por último.' Antes de deixar que trabalhem individualmente, faça um exemplo coletivo no quadro ou no mural com as imagens grandes, usando os termos 'antes', 'durante' e 'depois' de forma clara e repetida. Distribua cola ou fita adesiva para quem quiser colar as imagens na ordem escolhida. Circule pela sala observando as escolhas de cada aluno. Para quem tiver dificuldade, faça perguntas de apoio: 'Olha essa imagem — o que está acontecendo aqui? Isso foi no começo ou no final da história?' Não dê a resposta diretamente, mas conduza o raciocínio com perguntas. Observe se o aluno posiciona pelo menos 2 imagens corretamente e se usa os termos 'antes' e 'depois' ao explicar, mesmo que com ajuda.

    Momento 5: Desenho livre da cena favorita (Estimativa: 8 minutos)
    Distribua folhas brancas, lápis de cor e giz de cera para grupos de 4 alunos. Peça que cada criança desenhe a cena da história que mais gostou. Deixe claro que não existe desenho certo ou errado: 'Pode desenhar do jeito que você quiser, com as cores que você escolher.' Enquanto os alunos desenham, circule pela sala fazendo perguntas afetivas e cognitivas: 'O que você está desenhando?', 'Que cor você escolheu para o personagem?', 'Por que essa foi sua cena favorita?' Essas perguntas estimulam a oralidade e ajudam a dar sentido ao processo de representação gráfica. Observe o controle do traço, a forma como a criança segura o lápis e se há intencionalidade na escolha das cores e formas. Não corrija nem compare desenhos — valorize o processo de cada um.

    Momento 6: Roda de compartilhamento e fechamento (Estimativa: 2 minutos)
    Reúna os alunos rapidamente em roda e convide dois ou três voluntários a mostrarem seu desenho e dizerem, com palavras ou gestos, o que desenharam. Finalize a aula retomando os personagens com os fantoches, dizendo um 'tchau' coletivo da história e reforçando com entusiasmo o que a turma fez: 'Hoje vocês ouviram uma história, encenaram com o corpo, colocaram as imagens em ordem e desenharam — que turma incrível!' Esse fechamento afetivo é importante para consolidar a experiência positiva da aula.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Você está fazendo um trabalho muito importante ao pensar em uma aula que inclui todos os alunos, e pequenas adaptações já fazem uma grande diferença para as crianças com deficiência intelectual (DI). Aqui vão algumas sugestões práticas e viáveis para o seu dia a dia:

    Durante a contação de história, posicione o aluno com DI mais próximo de você, para que ele tenha acesso visual privilegiado aos fantoches e às imagens. Use frases ainda mais curtas e repita as informações principais mais de uma vez com gestos. Se o aluno não responder verbalmente às perguntas, aceite um aceno de cabeça, um apontar ou uma expressão facial como resposta válida — isso é participação real.

    Na encenação corporal, demonstre cada movimento de forma clara e exagerada antes de pedir que o aluno imite. Se necessário, faça o movimento junto com ele, lado a lado, como um espelho. Não force a participação — permita que o aluno observe e se aproxime no seu tempo.

    Na atividade de sequência de imagens, reduza a tarefa para 2 imagens em vez de 3, se necessário, ou use imagens com maior contraste e elementos mais simples. Sente-se ao lado do aluno, aponte para cada imagem e faça perguntas ainda mais diretas: 'Isso foi no começo ou no final?' Celebre cada acerto com entusiasmo genuíno.

    No momento do desenho, sente-se ao lado do aluno com DI, nomeie as cores juntos ('esse é o vermelho, esse é o azul') e pergunte o que ele quer desenhar. Se ele não conseguir representar figuras, traços livres e rabiscos são completamente válidos como forma de expressão e participação. Ofereça o giz de cera como primeira opção, pois é mais fácil de segurar e controlar do que o lápis fino.

    Lembre-se: você não precisa ter recursos especiais ou suporte adicional para fazer a inclusão acontecer. O olhar atento, a paciência e a valorização genuína de cada forma de participação já são, por si só, poderosas ferramentas de inclusão.

Avaliação

A avaliação dessa aula é principalmente observacional e formativa. Não faz sentido aplicar prova ou pedir produto escrito para crianças de 6 e 7 anos nesse contexto. O professor observa e registra o que cada aluno demonstra ao longo das atividades: como participa da contação, como usa o corpo na encenação, se consegue organizar as imagens e como se expressa no desenho. Para alunos com DI, os critérios são os mesmos, mas o nível de apoio oferecido pode variar. Um aluno que precisou de ajuda para organizar as imagens, mas apontou a sequência correta com o dedo, demonstrou compreensão. Isso conta. O registro pode ser feito em uma lista simples com os nomes dos alunos e marcações rápidas durante a aula.

  • Observação durante a contação: o professor verifica se o aluno mantém atenção, responde às perguntas (verbalmente ou com gestos) e demonstra compreensão da história — critérios: olha para as imagens, reage às perguntas, identifica pelo menos uma emoção do personagem
  • Atividade de sequência de imagens: avalia se o aluno organiza as 3 imagens na ordem correta, com ou sem apoio — critérios: posiciona pelo menos 2 imagens corretamente, usa os termos 'antes' e 'depois' ao explicar (mesmo que com ajuda do professor)
  • Desenho livre: avalia o engajamento e o controle motor, não a qualidade estética — critérios: o aluno escolheu uma cena para representar, usou o material com intencionalidade, conseguiu segurar o lápis ou giz com algum controle; para alunos com DI, aceitar traços livres sem representação figurativa como participação válida

Materiais e ferramentas:

Os materiais foram escolhidos por serem acessíveis, baratos e eficazes para essa faixa etária. Fantoches podem ser feitos com meias velhas ou comprados em lojas de R$1,99. As imagens da história podem ser impressas em preto e branco e coloridas pelo professor com canetinha, ou desenhadas à mão. O importante é que sejam grandes o suficiente para todos verem. A folha de sequência pode ser preparada com antecedência: três quadros com as imagens embaralhadas, prontos para recortar ou já recortados para alunos com DI.

  • Fantoches (mínimo 2 personagens da história) — podem ser de meia, papel ou comprados
  • Imagens coloridas da história em tamanho A4 ou maior (mínimo 5 cenas ilustradas)
  • Folhas de atividade com 3 imagens da história para sequenciamento (uma por aluno)
  • Folhas brancas para o desenho livre (uma por aluno)
  • Lápis de cor e giz de cera (quantidade suficiente para compartilhar em grupos de 4)
  • Cola ou fita adesiva (opcional, para colar as imagens sequenciadas na folha)

Inclusão e acessibilidade

Trabalhar com alunos com deficiência intelectual em uma aula como essa é mais simples do que parece, porque a atividade já é multissensorial por natureza. A dica principal é não simplificar a história para o aluno com DI, mas sim ampliar o suporte: sentar mais perto, repetir a pergunta de outro jeito, aceitar a resposta gestual como válida. Na encenação, esses alunos costumam se engajar bem porque o movimento é concreto. Na sequência de imagens, reduza para 2 imagens se necessário. No desenho, não corrija o traço nem peça para refazer. Fique atento se o aluno se isola, recusa todas as atividades ou demonstra frustração intensa — esses são sinais de que o nível de suporte precisa aumentar ou que a atividade precisa de uma adaptação pontual.

  • Para alunos com DI: oferecer a atividade de sequência com apenas 2 imagens em vez de 3, mantendo o mesmo objetivo de noção temporal
  • Aceitar respostas gestuais, apontamentos e expressões faciais como formas válidas de participação oral
  • Durante a encenação, o professor pode fazer o movimento junto com o aluno com DI para servir de modelo corporal
  • Nas imagens da história, usar personagens com expressões faciais bem marcadas para facilitar o reconhecimento de emoções
  • Disponibilizar giz de cera mais grosso para alunos com dificuldade de preensão fina
  • Evitar cobrar que o aluno com DI explique o desenho verbalmente — uma palavra, um som ou um gesto já é suficiente
  • Posicionar o aluno com DI próximo ao professor durante a contação para facilitar o contato visual e a mediação imediata
  • Não expor o trabalho do aluno com DI para comparação com outros — o compartilhamento no final deve ser voluntário para todos

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