Pintura Rupestre na Caverna da Imaginação

Desenvolvida por: Roslei… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Artes
Temática: Artes Visuais: Arte Rupestre

A atividade 'Pintura Rupestre na Caverna da Imaginação' tem como objetivo explorar a rica história das artes visuais através da arte rupestre, proporcionando aos alunos do 1º ano do Ensino Fundamental a oportunidade de criar suas próprias versões dessa antiga forma de arte. Durante duas aulas, os alunos não só aprenderão sobre as características formais e contextuais da arte rupestre, mas também terão a chance de aplicar esse conhecimento de forma prática. Na primeira aula, os alunos identificarão formas tradicionais e contemporâneas de arte rupestre, desenvolvendo a capacidade de observação e apreciação estética. Utilizando papel kraft para simular uma caverna, os alunos se envolverão em uma atividade prática de desenho com lápis de cera, promovendo a expressão criativa e pessoal. Na segunda aula, em grupos, os alunos realizarão uma pintura coletiva, incentivando a colaboração e o trabalho em equipe, bem como a compreensão do papel da arte como meio de contar histórias e relatar vivências. Este plano não contempla o uso de dispositivos digitais, focando exclusivamente na experiência tátil e manual que o processo artístico propicia.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem desta atividade estão diretamente alinhados com o desenvolvimento das habilidades motoras finas, expressão criativa e compreensão cultural, essenciais para a faixa etária de 6 a 7 anos. Através da exploração e criação de arte rupestre, buscamos não apenas introduzir as crianças ao mundo das artes visuais, mas também instigar a criatividade e o imaginário, competências fundamentais nesta fase educacional. Além disso, ao trabalhar em grupos na segunda parte da atividade, os alunos podem desenvolver habilidades sociais vitais, como cooperação, comunicação e respeito à diversidade de ideias. Tudo isso está conectado à BNCC, garantindo que a atividade não só se baseie em parâmetros educativos nacionais, mas também respeite as especificidades e interesses dos alunos. Espera-se que, ao término das aulas, os estudantes sejam capazes de reconhecer a importância cultural da arte rupestre, enquanto expressam suas próprias ideias e sentimentos através do desenho e da pintura.

  • Compreender a importância cultural e histórica da arte rupestre.
  • Desenvolver a habilidade de expressão por meio de desenhos e pinturas.
  • Promover o trabalho em equipe e o respeito às ideias alheias.
  • Estimular a criatividade e o imaginário dos alunos.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF15AR01: Identificar e apreciar formas distintas das artes visuais tradicionais e contemporâneas, cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático deste plano de aula centra-se na introdução ao conceito e à técnica da arte rupestre, favorecendo um aprendizado multidisciplinar que combina história, arte e desenvolvimento pessoal. As crianças explorarão a historicidade da arte rupestre, compreendendo seu papel na comunicação pré-histórica e como um precursor das linguagens visuais contemporâneas. A atividade prática de criar desenhos em papel kraft pretende desenvolver habilidades motoras e criativas importantes, enquanto a dinâmica coletiva na fase de pintura grupal visa a promoção de competências sociais, como cooperação e respeito mútuo. O conteúdo programático não só almeja transmitir conhecimento, mas também gerar interesse e respeito pela diversidade cultural e histórica.

  • História e importância da arte rupestre.
  • Materiais e técnicas para simular pinturas rupestres em papel.
  • Criação de uma pintura coletiva que represente histórias e experiências compartilhadas.
  • Análise e apreciação de obras de arte rupestre.

Metodologia

A metodologia adotada para esta atividade concentra-se em abordagens práticas e colaborativas para maximizar o aprendizado e o engajamento dos alunos. Através de atividades mão-na-massa, os estudantes exploram ativamente o tema da arte rupestre, primeiro individualmente ao criarem suas próprias interpretações, e depois em grupos para desenvolver uma peça coletiva. Esse formato ajuda a promover um ambiente de aprendizagem interativo e inclusivo, onde cada aluno pode contribuir de forma única. A prática é embasada em princípios construtivistas, que defendem que o conhecimento é construído ativamente pelos alunos através da interação e resolução de problemas. Além disso, a organização de grupos promove o trabalho em equipe, uma habilidade essencial para o desenvolvimento social dos alunos nesta idade.

  • Atividade prática individual de criação de arte rupestre.
  • Colaboração em grupo para a produção de uma peça artística coletiva.
  • Discussão em sala para reflexões sobre o significado e a importância da arte.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma é elaborado para efetivamente atender aos objetivos propostos, envolvendo dois encontros de 50 minutos. Na primeira aula, os alunos terão a oportunidade de aprender sobre a arte rupestre e executar sua própria interpretação individual. Neste momento, o foco estará no aprendizado sobre os elementos visuais e simbólicos da arte, assim como no desenvolvimento da capacidade de simbolizar através de desenhos pessoais. Na segunda aula, a dinâmica muda para uma abordagem colaborativa, na qual grupos de alunos trabalharão juntos em uma grande pintura que une suas diversas interpretações artísticas, simbolizando a colaboração que tipos de arte como a rupestre impulsionavam na antiguidade. Essa estrutura não só respeita o tempo disponível, mas também reflete as etapas de compreensão, apreciação e criação do processo artístico.

  • Aula 1: Introdução à arte rupestre e criação individual em papel kraft.
  • Momento 1: Apresentação da Arte Rupestre (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula apresentando brevemente a arte rupestre. Explique às crianças que essa forma de arte foi criada pelos nossos ancestrais em cavernas há milhares de anos, usando pedras e outros materiais naturais para desenhar e pintar. Mostre imagens impressas de pinturas rupestres conhecidas. É importante que você torne a explicação visual e simples para prender a atenção dos alunos. Permita que façam perguntas e expressem suas primeiras impressões sobre as imagens.

    Momento 2: Observação e Reflexão (Estimativa: 10 minutos)
    Convide os alunos a olhar atentamente as imagens de arte rupestre que você trouxe. Peça que observem as formas, as figuras de animais, pessoas e objetos. Pergunte o que eles acham que essas imagens representam e como nossos ancestrais usavam a arte para contar histórias. Observe se os alunos conseguem descrever elementos básicos das pinturas e incentive a participação de todos.

    Momento 3: Criação Individual de Arte Rupestre (Estimativa: 20 minutos)
    Distribua uma folha de papel kraft e lápis de cera a cada aluno. Oriente-os a criar sua própria 'pintura rupestre', desenhando algo que represente uma história ou experiência que eles gostariam de compartilhar, usando as técnicas discutidas anteriormente. Lembre-os de que não existe um jeito certo ou errado de desenhar. Durante a atividade, caminhe pela sala, oferecendo feedback positivo e ajudando quando necessário. Avalie através da observação direta se os alunos utilizam elementos discutidos em suas criações.

    Momento 4: Compartilhamento e Discussão (Estimativa: 10 minutos)
    Ao final da atividade de criação, forme um círculo com os alunos e peça que compartilhem suas pinturas. Cada aluno pode dizer o que desenhou e o porquê. Reforce o respeito às ideias apresentadas, promovendo o acolhimento das criações apresentadas. Avalie a participação e o entendimento através das discussões, observando se eles compreenderam a importância da arte como forma de contar histórias.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Certifique-se de que todos os alunos consigam ver e acessar as imagens apresentadas. Ofereça material de apoio com letras grandes e imagens claras para alunos com dificuldades de visão. Caso algum aluno tenha dificuldade motora, ofereça ajuda para segurar o lápis de cera ou adaptar técnicas para facilitar o uso. Permita variação nos tipos de pigmentos para alunos que necessitam de suporte à sensibilidade tátil, como giz de cera macio ou texturizado. Reforce a interação social, garantindo que todos os alunos tenham a oportunidade de compartilhar suas ideias e criações.

  • Aula 2: Produção de uma pintura coletiva que combina as experiências individuais em uma obra integrada.
  • Momento 1: Introdução à Atividade Coletiva (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula revisando brevemente o que foi feito na aula anterior e explique que hoje os alunos irão juntar as histórias individuais em uma grande pintura coletiva. Mostre a eles o grande pedaço de papel kraft que será o 'mural da caverna' e explique que todos terão a chance de contribuir com a sua parte. É importante que você reforce a ideia de cooperação, destacando como cada um deles é essencial para a criação da obra completa. Deixe que as crianças façam perguntas e expressem suas expectativas para a atividade.

    Momento 2: Planejamento e Discussão em Grupo (Estimativa: 10 minutos)
    Divida a turma em pequenos grupos e entregue cada pedaço do mural para planejarem suas contribuições. Guie-os para que conversem entre si sobre como suas histórias e desenhos individuais podem ser colocados juntos para criar uma narrativa contínua. Observe se os grupos conseguem negociar e planejar suas partes, estimulando-os a considerar ideias diferentes e integrá-las harmoniosamente. As intervenções podem incluir sugestões de como ligar as histórias ou partes diferentes do desenho.

    Momento 3: Criação da Pintura Coletiva (Estimativa: 20 minutos)
    Oriente os grupos a começar a desenhar e pintar no mural. Distribua lápis de cera e outros materiais de arte, garantindo que todos tenham acesso igual aos recursos. Circule pela sala, oferecendo encorajamento e auxiliando em técnicas quando necessário. Encoraje os alunos a pedirem ajuda e a buscarem soluções criativas para conectar suas representações visuais. Avalie o envolvimento dos alunos pela observação direta, notando a capacidade de trabalhar em conjunto e integrar as ideias.

    Momento 4: Exposição e Reflexão Coletiva (Estimativa: 10 minutos)
    Convide os alunos a se reunir em volta do mural finalizado e observe seu trabalho coletivo. Peça a cada grupo que apresente a parte que fizeram e explique suas escolhas de design. Promova uma discussão sobre o que a experiência de trabalhar juntos ensinou a eles sobre a colaboração e a expressão artística. Reforce a importância do trabalho em equipe e a apreciação das contribuições de cada um. Avalie a reflexão dos alunos através das suas percepções sobre a atividade.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para assegurar a participação de todos, certifique-se de que os alunos tenham acesso a espaços e materiais de forma equitativa. Apoie aqueles que possam ter dificuldades na execução prática, oferecendo instruções adicionais ou de outra forma adaptada. Incentive os alunos a se expressarem de maneira que considerem confortável, respeitando as limitações individuais. Torne disponível giz de cera com diferentes texturas e tamanhos para acomodar necessidades táteis diversas. Promova um ambiente inclusivo, lembrando aos alunos a importância de respeitar e valorizar as contribuições de todos.

Avaliação

Para avaliar o progresso dos alunos, propõe-se o uso de avaliações formativas e observacionais que permitam ao professor monitorar tanto o desenvolvimento artístico quanto o social dos alunos. O objetivo é avaliar a compreensão da arte rupestre e o desenvolvimento de habilidades práticas, sem esquecer as competências sociais adquiridas durante a colaboração em equipe. Quanto aos critérios, será observada a habilidade de utilização dos materiais, a originalidade nas representações visuais e a habilidade de trabalhar em grupo. Na prática, durante as atividades, o professor pode fazer anotações reflexivas sobre cada aluno e oferecer feedback formativo que incentive o desenvolvimento contínuo das habilidades. Além disso, adaptações dos critérios podem ser feitas para considerar o progresso individual de cada aluno, com o objetivo de garantir um ambiente inclusivo e justo.

  • Observação direta do processo criativo e das interações em grupo.
  • Avaliação formativa do entendimento dos conceitos artísticos propostos.
  • Feedback contínuo adaptado ao progresso e às necessidades individuais dos alunos.

Materiais e ferramentas:

Os recursos utilizados nesta atividade foram cuidadosamente selecionados para apoiar a experiência prática e imersiva proposta. O uso de papel kraft e lápis de cera é intencional para replicar a textura e as cores terrosas das pinturas rupestres, proporcionando aos alunos uma conexão tátil com o tema estudado. Além disso, esses materiais são acessíveis e permitem uma ampla gama de expressões artísticas infantis. O ambiente da sala de aula deverá ser organizado para facilitar a colaboração e o compartilhamento dos materiais, incentivando a interação e a comunicação. Não serão utilizados recursos digitais, privilegiando o desenvolvimento de habilidades manuais e a percepção direta e sensorial do processo artístico, aspecto essencial para a faixa etária dos alunos.

  • Papel kraft para simular a textura das cavidades das cavernas.
  • Lápis de cera para desenhos individuais e coletivos.
  • Espaço para exposição dos trabalhos dos alunos e discussões.

Inclusão e acessibilidade

Prezando pela inclusão e acessibilidade, agradecemos o esforço contínuo dos professores para adaptar suas práticas a uma diversidade de contextos. Para esta atividade, algumas estratégias podem ser consideradas para garantir que todos os alunos tenham uma experiência positiva e enriquecedora. Embora não haja alunos com necessidades específicas nesta turma, recomenda-se a personalização das instruções de acordo com os diferentes ritmos de aprendizado, utilizando explicações verbais e demonstrações práticas para atender a diversas formas de compreensão. Além disso, a organização do espaço deve permitir fácil acesso aos materiais a todos os alunos, promovendo um ambiente onde todos possam interagir de forma equitativa. Sinais de dificuldade, como a hesitação em participar ou a frustração durante a atividade, devem ser observados para que o professor possa intervir e oferecer suporte adicional oportunamente.

  • Variedade de estratégias de instrução para atender a diferentes formas de aprendizado.
  • Organização espacial que facilite o acesso e a mobilidade para todos os alunos.
  • Monitoramento contínuo das reações dos alunos para intervenções quando necessário.

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