Aventuras na Selva

Desenvolvida por: Marcel… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Educação Física
Temática: Brincadeiras e Jogos

A atividade 'Aventuras na Selva' propõe o engajamento dos alunos em brincadeiras e jogos tradicionais que integram a cultura popular local, estimulando o uso do corpo e da criatividade. As crianças, ao participarem de uma saída de campo ao parque, terão a oportunidade de observar, interagir e experimentar diferentes modalidades de jogos da cultura regional. Essa vivência inicial prepara o terreno para as atividades subsequentes, promovendo um ambiente de troca de experiências e reflexão sobre as aprendizagens adquiridas. O formato da atividade propicia o desenvolvimento de habilidades físicas, cognitivas e sociais, reforçando a capacidade de planejamento, execução em grupo e respeito mútuo. Durante a prática, os alunos não apenas exercitam o corpo, mas também estimulam a mente com a criatividade necessária para inventar e recriar jogos, fortalecendo o senso crítico e o trabalho em equipe. Na fase final, a aprendizagem é consolidada através da reflexão e do compartilhamento dos aprendizados e experiências vividas durante as atividades.

Objetivos de Aprendizagem

O principal objetivo de aprendizagem da atividade é proporcionar às crianças do 1º ano uma experiência rica e multidimensional que englobará desde a interação corporal até a análise crítica e reflexiva sobre jogos tradicionais. É fundamental que os alunos sejam capazes de reconhecer e recriar jogos da cultura popular, valorizando as tradições locais e as diferenças individuais de cada participante. Os alunos desenvolverão habilidades de planejamento e execução de jogos, promovendo a autonomia e a compreensão do valor cultural desses jogos. Através do uso de múltiplas linguagens, eles também aprenderão a comunicar suas experiências e sentimentos de forma mais eficaz, potencializando a integração social e o respeito à diversidade.

  • Fomentar o reconhecimento e a recriação de jogos populares.
  • Desenvolver habilidades sociais e emocionais através da interação em grupo.
  • Promover a reflexão crítica sobre práticas culturais locais.
  • Estimular o uso da criatividade na adaptação de jogos tradicionais.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF12EF01: Experimentar, fruir e recriar diferentes brincadeiras e jogos da cultura popular presentes no contexto comunitário e regional, reconhecendo e respeitando as diferenças individuais de desempenho dos colegas.
  • EF12EF02: Explicar, por meio de múltiplas linguagens (corporal, visual, oral e escrita), as brincadeiras e os jogos populares do contexto comunitário e regional, reconhecendo e valorizando a importância desses jogos e brincadeiras para suas culturas de origem.
  • EF12EF03: Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios de brincadeiras e jogos populares do contexto comunitário e regional, com base no reconhecimento das características dessas práticas.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático desta atividade aborda um conjunto variado de jogos e brincadeiras típicas da cultura brasileira, com foco em sua origem, regras básicas e significados culturais. Cada aula buscará integrar conceitos de respeito às regras e aos colegas, aspectos de saúde e corporais advindos da prática de atividades físicas, além de estimular o uso de múltiplas linguagens como ferramentas de comunicação. Este enfoque facilitará a compreensão das manifestações culturais e a prática de habilidades motoras e sociais através da vivência prática, reflexão e recriação de jogos. Ao final do percurso, espera-se que os alunos desenvolvam uma maior apreciação por atividades físicas colaborativas e em grupo, ampliando seu repertório lúdico e de interação social.

  • Estudo e prática de jogos tradicionais brasileiros.
  • Exploração e vivência das regras e dinâmicas dos jogos.
  • Valorização e reconhecimento das manifestações culturais locais.
  • Desenvolvimento das capacidades motoras básicas através do jogo.
  • Integração das linguagens corporal, oral e escrita nas atividades.

Metodologia

A metodologia adotada para o desenvolvimento das atividades de 'Aventuras na Selva' é centrada em metodologias ativas que promovem o protagonismo do aluno no processo de ensino-aprendizagem. A saída de campo, a roda de debate, a aprendizagem baseada em projetos e jogos, juntamente com a aula expositiva, são estratégias que se intercalam e se complementam para possibilitar a reflexão, a experimentação e a construção colaborativa do conhecimento. Tal abordagem possibilita a participação ativa dos alunos ao longo do processo, contribuindo para um aprendizado mais significativo e integrado. Além disso, ao promover um ambiente de cooperação e respeito, a metodologia escolhida facilita a inclusão de alunos com dificuldades de socialização, incentivando a interação e o respeito mútuo.

  • Saída de Campo: Observação e vivência em ambiente real.
  • Roda de Debate: Compartilhamento de experiências e reflexões.
  • Aprendizagem Baseada em Projetos e Jogos: Criação e adaptação de jogos.
  • Aula Expositiva: Análise crítica e reflexiva dos aprendizados.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma da atividade 'Aventuras na Selva' está estruturado de forma a promover um ritmo adequado de aprendizado, respeitando o tempo de assimilação e prática dos alunos, ao longo de cinco encontros de 150 minutos cada. A primeira aula se destina à saída de campo, onde os alunos terão contato direto com os jogos existentes no parque. Na segunda aula, em uma roda de debate, será promovido um espaço seguro para que compartilhem suas impressões e aprendizagens, favorecendo a interação social. Na terceira aula, os alunos aplicarão a metodologia de aprendizagem baseada em projetos, recriando os jogos observados e adaptando-os segundo sua própria criatividade. A quarta aula envolve a prática dos jogos recriados em uma atmosfera de competição amigável, que estimula a colaboração e o respeito. Por fim, na quinta aula, a aula expositiva viabilizará uma análise crítica consolidando as aprendizagens adquiridas.

  • Aula 1: Observação prática de jogos tradicionais em parque.
  • Momento 1: Introdução à Atividade (Estimativa: 20 minutos)
    Comece a aula apresentando o objetivo principal da atividade, que é observar jogos tradicionais no parque. Explique a importância de conhecer a cultura local por meio dos jogos. Reforce regras básicas de segurança e promova expectativas positivas sobre a saída de campo. Permita que os alunos façam perguntas e expressem suas expectativas.

    Momento 2: Observação no Parque (Estimativa: 60 minutos)
    Leve os alunos até o parque. Oriente-os a se manterem juntos, enquanto observam as atividades que acontecem ao redor. Moatives para que observem diferentes jogos e as regras que são seguidas. É importante que o professor ofereça direcionamentos sobre o que observar, como os materiais utilizados, a quantidade de jogadores e a dinâmica geral. Anote as percepções das crianças e faça perguntas para estimular a reflexão.

    Momento 3: Registro das Observações (Estimativa: 30 minutos)
    Após a observação, reúna os alunos em círculo no parque. Distribua papel e lápis para que registrem os jogos observados. Sugira que façam desenhos ou anotações sobre aquilo que mais chamou a atenção. Estimule a socialização ao permitir que compartilhem suas impressões com o colega ao lado.

    Momento 4: Compartilhamento em Grupo (Estimativa: 40 minutos)
    Conduza os alunos de volta à escola. Assim que se acomodarem, realize um círculo de conversa onde cada aluno, ou grupo pequeno, possa compartilhar suas observações e registros. Intervenha fazendo perguntas que levem à reflexão sobre as experiencias vivenciadas no parque, como as diferenças entre os jogos e o que mais gostaram. Será fundamental encorajar todas as crianças a participarem e respeitar o tempo de cada uma.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para alunos com dificuldades de socialização, procure pareá-los com colegas que possuem boa habilidade de interação, promovendo um ambiente mais acolhedor. Durante o ciclo de compartilhamento, assegure-se de que esses alunos se sintam seguros ao falar ou desenhar sobre suas experiências. Considere, se necessário, estar próximo para oferecer apoio e encorajamento. É importante criar um espaço onde todos sintam que podem contribuir, respeitando o ritmo de cada um.

  • Aula 2: Roda de debate sobre experiências vividas.
  • Momento 1: Início da Roda de Debate e Sensibilização (Estimativa: 20 minutos)
    Inicie a aula formando um grande círculo com as carteiras. Reitere a importância de compartilhar experiências e ouvir os colegas. Explique que cada aluno terá a oportunidade de falar sobre o que vivenciou na saída de campo. Utilize um objeto simbólico como um bastão de fala. É importante que, ao segurá-lo, os alunos saibam que é sua vez de falar. Incentive-os a revisitar as observações anteriores que anotaram. Reforce a importância das diferentes perspectivas.

    Momento 2: Compartilhamento das Experiências (Estimativa: 40 minutos)
    Permita que cada aluno descreva suas experiências no parque. Oriente-os a relatar um jogo específico que observou e o que achou interessante. Faça perguntas direcionadas para aprofundar as reflexões, como “O que foi diferente nos jogos que você viu?”. Observe se todos estão participando e, se necessário, ajude os mais tímidos a expressar suas ideias. Avalie o entendimento pelas respostas dadas e o engajamento nas discussões.

    Momento 3: Reflexão em Duplas (Estimativa: 30 minutos)
    Organize a turma em duplas diferentes daquelas do primeiro momento para estimular novas interações. Oriente-os a discutir entre si as experiências e percebê-las sob outra perspectiva. Incentive que se façam perguntas mutuamente sobre as observações e discuta como isso pode refletir na cultura local. Circula pela sala para ouvir as conversas e oferecer direcionamento quando necessário. Avalie a capacidade dos alunos em se colocarem no lugar dos colegas.

    Momento 4: Plenária de Conclusão (Estimativa: 30 minutos)
    Reúna novamente todos em um círculo e solicite que compartilhem algumas das conclusões ou insights surgidos durante as atividades em dupla. Incentive um aluno a registrar no quadro algumas das ideias discutidas. Promova uma reflexão coletiva: “O que aprendemos sobre nossa cultura?” e “Como podemos aplicar isso em nossa vida?”. Avalie através da participação e das contribuições no quadro.

    Momento 5: Encerramento e Feedback (Estimativa: 30 minutos)
    Conclua a roda de conversa pedindo a cada aluno que forneça um feedback breve sobre a atividade, como o que mais gostou e o que acha que poderia melhorar. Permita tempo para que discutam o que esperam da próxima atividade de recriação de jogos. Elogie a participação de todos e a riqueza das trocas. Recolha as anotações dos alunos para avaliação futura.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para os alunos com dificuldades de socialização, procure garantir que estejam próximos de colegas mais extrovertidos e que possam ajudar a integrá-los ao debate. Durante as apresentações, incentive um ambiente amigável, onde todos sintam-se seguros para falar ou pedir ajuda. Se algum aluno não se sentir confortável em falar em grupo, permita que escreva suas impressões e as compartilhe individualmente com você. Considere a ideia de eles desenharem suas experiências, caso a escrita seja um obstáculo. Crie oportunidades para que todos possam participar e contribuir, respeitando o ritmo de cada um.

  • Aula 3: Recriação e adaptação de jogos tradicionais.
  • Momento 1: Introdução à Recriação de Jogos (Estimativa: 20 minutos)
    Comece a aula comentando sobre a atividade anterior e explore o conceito de recriação de jogos. Explique aos alunos que eles terão a oportunidade de modificar ou criar seus próprios jogos baseados naqueles que observaram. Pergunte se alguém já teve alguma ideia e incentive a participação espontânea. Destaque a importância de reutilizar jogos tradicionais e adaptá-los à nossa realidade atual.

    Momento 2: Planejamento em Grupos (Estimativa: 30 minutos)
    Divida os alunos em pequenos grupos e entregue materiais como cartolinas e papel kraft. Instrua-os a planejar o jogo que desejam recriar, discutindo em equipe as regras, materiais necessários e as adaptações que farão. Circule pela sala, oferecendo sugestões e medindo o entendimento através de perguntas. Avalie o envolvimento dos alunos através do empenho na atividade e na colaboração em grupo.

    Momento 3: Desenvolvimento das Ideias (Estimativa: 40 minutos)
    Permita que os grupos comecem a trabalhar nas suas recriações. Ofereça suporte na construção dos jogos, destacando a criatividade e a originalidade. Ofereça materiais recicláveis para que possam confeccionar partes dos jogos, explorando a sustentabilidade. Oriente para que pensem no que torna seu jogo único e especial. Observe se estão aplicando o que aprenderam sobre as culturas locais e suas dinâmicas.

    Momento 4: Apresentação das Ideias (Estimativa: 30 minutos)
    Peça que cada grupo apresente seu jogo ao restante da turma. Durante a apresentação, incentive que expliquem suas escolhas criativas e as adaptações feitas. Permita que os outros alunos façam perguntas e sugiram melhorias, reforçando um ambiente colaborativo e respeitoso. Avalie a clareza das apresentações e a capacidade dos alunos em explicar suas ideias.

    Momento 5: Reflexão e Feedback Coletivo (Estimativa: 30 minutos)
    Forme um grande círculo e conduza uma sessão de feedback onde cada aluno possa expressar o que achou do processo de recriação. Pergunte sobre os desafios encontrados e as soluções criativas aplicadas. Incentive a reflexão sobre a importância de adaptar jogos tradicionais para manter vivas as tradições culturais. Registre as principais reflexões no quadro. Avalie através do feedback recebido e da participação dos alunos na reflexão.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para alunos com dificuldades de socialização, incentive-os a participar de grupos com colegas mais receptivos e compreensivos, que possam facilitar a interação. Durante o planejamento e o desenvolvimento dos jogos, reforce que todas as ideias são bem-vindas e essenciais para a atividade, criando um ambiente seguro para a expressão pessoal. Inclua tarefas variadas no grupo que não exijam apenas interação direta, oferecendo diferentes formas de participação, como desenhar ou construir, de modo que cada aluno possa se sentir útil e valorizado em seu próprio ritmo.

  • Aula 4: Aplicação e prática dos jogos recriados em grupo.
  • Momento 1: Preparação para a Prática dos Jogos (Estimativa: 20 minutos)
    Inicie a aula recapitulando os jogos recriados na aula anterior. Explique que neste momento, os alunos terão a oportunidade de jogar as versões recriadas para aplicar suas ideias na prática. Distribua os materiais e reforce a importância de seguir as regras estabelecidas por cada grupo. É importante que você oriente os alunos sobre a importância da cooperação e respeito durante os jogos.

    Momento 2: Execução e Prática dos Jogos Recriados (Estimativa: 60 minutos)
    Permita que os grupos coloquem seus jogos em prática. Circule pela sala observando como cada grupo conduz suas atividades. Faça anotações sobre a participação dos alunos, a cooperação e o respeito às regras. Ofereça suporte quando necessário, garantindo que todos possam participar de forma equânime. Sugira que os alunos se revezem nos papéis de liderança, permitindo que cada um experimente diferentes posições dentro do jogo.

    Momento 3: Rotação de Grupos e Novas Experiências (Estimativa: 40 minutos)
    Instrua os alunos para que rotacionem entre os jogos dos diferentes grupos. Essa rotação permitirá que eles experimentem diferentes tipos de jogos e vejam quais adaptações foram feitas por outros grupos. Observe se os alunos conseguem identificar semelhanças e diferenças em relação aos jogos originais, promovendo reflexões críticas sobre as recriações. Avalie como eles se adaptam às novas regras e dinâmicas, e incentive feedback positivo entre os colegas.

    Momento 4: Feedback e Avaliação Coletiva (Estimativa: 30 minutos)
    Reúna a turma em um grande círculo e conduza uma discussão sobre as experiências da prática dos jogos. Pergunte a eles sobre quais jogos funcionaram bem e quais apresentaram desafios. Instrua os alunos a darem feedback construtivo sobre o que gostaram e o que poderia ser melhorado em cada jogo. Permita que registrem suas conclusões em um papel ou no quadro, e use essas contribuições para planejar melhorias futuras. Avalie a habilidade de crítica construtiva e a receptividade às opiniões dos colegas.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para os alunos com dificuldades de socialização, organize grupos de forma que estejam cercados por colegas que conheçam e que sejam encorajadores. Durante a prática, incentive esses alunos a participarem ativamente, mas respeite o tempo deles, intervindo apenas quando necessário para evitar isolamento. Durante as discussões em grupo, assegure-se de que eles tenham oportunidades de contribuir verbalmente ou através de desenhos se preferirem. Flexibilize as regras dos jogos, se necessário, para permitir uma participação mais inclusiva, garantindo que esses alunos se sintam parte integral das atividades.

  • Aula 5: Reflexão e conclusão dos aprendizados adquiridos.
  • Momento 1: Introdução à Reflexão Final (Estimativa: 20 minutos)
    Comece a aula reunindo os alunos em círculo, ajustando o espaço para facilitar o contato visual entre todos. Explique que esta será uma oportunidade para refletir sobre tudo o que aprenderam nas aulas anteriores. Peça para que cada aluno pense em um momento específico que gostaram ou onde aprenderam algo significativo. Esse momento de introdução deve criar um ambiente acolhedor para a partilha de experiências.

    Momento 2: Reflexão Individual com Registro (Estimativa: 30 minutos)
    Distribua papel e lápis e instrua os alunos a escrever ou desenhar suas experiências mais marcantes durante as atividades. Oriente-os a focar nos aprendizados, nas dificuldades superadas e nos momentos de diversão. Informe que não há resposta certa ou errada, incentivando a expressão autêntica de cada um. Circule pela sala, oferecendo apoio aos alunos que precisarem de ajuda ou incentivo. Use essas reflexões como material de avaliação da compreensão e envolvimento dos alunos.

    Momento 3: Compartilhamento em Pequenos Grupos (Estimativa: 40 minutos)
    Divida a turma em pequenos grupos para que cada aluno possa compartilhar sua reflexão individual. Instrua-os a ouvir atentamente os colegas, praticando a escuta ativa. Esteja disponível para mediar as discussões e garantir que todos tenham a oportunidade de falar. Encoraje perguntas e respostas que ajudem a aprofundar a compreensão das experiências discutidas. Avalie a interação e o respeito ao tempo de fala dos colegas.

    Momento 4: Discussão e Registro Coletivo dos Aprendizados (Estimativa: 30 minutos)
    Reúna novamente todos em um grande círculo e peça para que cada grupo escolha alguns pontos principais das discussões para compartilhar com a turma. Registre essas contribuições no quadro, organizando-as por temas como 'Aprendizados', 'Desafios' e 'Momentos Divertidos'. Use este momento para reforçar os objetivos de aprendizagem previstos no plano de aula. Avalie o entendimento dos alunos e a capacidade de resumir ideias coletivamente.

    Momento 5: Conclusão e Feedback Final (Estimativa: 30 minutos)
    No fechamento da aula, promova uma discussão sobre como os aprendizados podem ser levados para a vida cotidiana deles. Pergunte se há ideias para futuras atividades ou melhorias nas próximas aulas. Reúna feedback sobre o que mais gostaram nesta sequência de atividades. Ofereça palavras de encorajamento e agradecimento por sua participação e colaboração ao longo das aulas. Utilize o feedback como suporte para futuras planificações de aulas.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para alunos com dificuldades de socialização, durante a introdução e a reflexão individual, assegure que estão próximos de colegas que possam facilitar sua inclusão. Para aqueles que se sentem desconfortáveis em compartilhar verbalmente, permita que apresentem seus registros por meio de desenhos ou para você diretamente. Mantenha um ambiente seguro e convidativo, onde todas as formas de expressão sejam valorizadas. Na hora das discussões em grupo, certifique-se de incentivar que eles contribuam no seu próprio ritmo, utilizando testemunhos pessoais de aprendizagem, adaptados ao seu conforto e nível de segurança.

Avaliação

A avaliação da atividade 'Aventuras na Selva' será diversificada e contínua, permitindo ao professor um acompanhamento mais abrangente do desenvolvimento de cada aluno em suas diferentes facetas. O objetivo avaliado será a compreensão e recriação dos jogos, assim como o desenvolvimento de habilidades sociais e a valorização cultural. Os critérios utilizados incluem a participação ativa dos alunos, o respeito às regras, a colaboração com os pares e a capacidade de comunicação expressa em rodas de conversa e através das apresentações finais dos jogos recriados. Exemplos práticos de avaliação poderão incluir a observação direta do alunado durante as atividades, registro através de portfólios de jogos desenvolvidos e reflexões pessoais dos alunos, além de autoavaliação e avaliação em pares, promovendo a autorreflexão e valorização do processo de aprendizagem. As práticas inclusivas também são fundamentais, devendo o professor adaptar os critérios e instruções para alunos com dificuldades, favorecendo um feedback formativo e construtivo que sustente o progresso individual.

  • Observação direta e registro do aluno em atividade.
  • Avaliação dos portfólios com os jogos recriados.
  • Autoavaliação e avaliação em pares.
  • Feedback formativo e adaptado às necessidades específicas.
  • Reflexões orais e registradas pelos alunos sobre suas experiências.

Materiais e ferramentas:

Os recursos e materiais utilizados durante a implementação da atividade 'Aventuras na Selva' serão adaptados às necessidades dos alunos, garantindo a acessibilidade e o envolvimento de todos. Serão utilizados materiais simples e economicamente viáveis, como cartolinas, papel kraft e materiais recicláveis, que auxiliam na recriação dos jogos em classe. Instrumentos de escrita como lápis e canetas coloridas, além de dispositivos de registro audiovisual, como câmeras ou celulares, permitirão a captura de momentos importantes das atividades e uma posterior reflexão sobre as imagens e vídeos registrados. A utilização desses recursos almeja facilitar a aprendizagem com significado e estimular a criatividade dos alunos em todas as etapas do processo.

  • Cartolinas e papel kraft para criação de materiais.
  • Materiais recicláveis para construção de jogos.
  • Lápis coloridos e canetas para registro visual.
  • Dispositivos de registro audiovisual para capturar as atividades.

Inclusão e acessibilidade

Sabemos que lidar com a diversidade dentro da sala de aula é um desafio diário que demanda comprometimento e dedicação. Compreendendo a sobrecarga enfrentada pelos educadores, propomos estratégias simples e eficazes para proporcionar inclusão e acessibilidade para todos os alunos, especialmente aqueles com dificuldades de socialização. Sugerimos o uso de atividades que promovam a interação em pequenos grupos, onde esses alunos possam se sentir mais seguros para participar e desenvolver suas habilidades sociais. Ajustes podem ser feitos na dinâmica da aula, como incentivar momentos de elogio entre parceiros e promover discussões sobre empatia e colaboração entre os alunos. Recursos visuais de fácil acesso e adaptados podem também ajudar, juntamente com a orientação e feedback positivo do professor para reforçar o comportamento desejado. Monitorar o progresso pode incluir observações informais durante as atividades, com registros das interações e desenvolvimentos sociais dos alunos, e ajustes baseados nessas observações devem ser feitos para continuar apoiando o sucesso individual de cada estudante.

  • Dinâmicas em pequenos grupos favorecendo a segurança em socialização.
  • Encorajamento de elogios mútuos para reforçar interações positivas.
  • Discussões dirigidas sobre empatia e trabalho colaborativo.
  • Feedback positivo contínuo do professor.
  • Monitoramento do progresso social com ajustes baseados nas observações.

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