Brincadeiras ao Redor do Mundo

Desenvolvida por: Nayane… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Educação Física
Temática: Brincadeiras e jogos

Nesta atividade, os alunos do 1º ano do Ensino Fundamental irão explorar e recriar diferentes brincadeiras e jogos típicos de diversas culturas, como amarelinha, caça ao tesouro e bola de gude. A atividade começa com uma roda de debate para discutir as regras, origens e histórias por trás dessas brincadeiras, promovendo um espaço para ouvir e compartilhar conhecimentos. Nas aulas seguintes, os alunos experimentarão essas atividades de maneira prática, aprendendo a importância da cooperação e do respeito às diferentes habilidades presentes na turma. Essas práticas não apenas proporcionarão momentos de diversão e aprendizado ativo, mas também incentivarão habilidades motoras, cognitivas e sociais, como seguir regras, comunicar-se efetivamente e trabalhar em equipe. A atividade é planejada para ser inclusiva, adaptando-se às necessidades de alunos com deficiência auditiva, transtorno do espectro autista e dificuldades motoras, garantindo que todos tenham a chance de participar de maneira significativa dentro de um ambiente acolhedor e respeitador.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem desta atividade pretendem proporcionar aos alunos uma compreensão abrangente e experiencial de diversas brincadeiras culturais, utilizando-as como ferramentas para desenvolver habilidades motoras, cognitivas e sociais. Além de explorar fundamentos de diferentes culturas, busca-se que os alunos pratiquem a cooperação e o respeito mútuo, reconhecendo e valorizando as diferenças individuais nas capacidades dos colegas. A atividade visa a fortalecer o senso de comunidade e pertencimento, incentivando os alunos a aplicar conceitos de jogo e aprendizado em contextos além da sala de aula, promovendo a interculturalidade e o respeito pela diversidade.

  • Explorar e recriar brincadeiras de diferentes culturas.
  • Desenvolver habilidades motoras e cognitivas.
  • Promover a cooperação e o respeito às diferenças individuais.
  • Incentivar o respeito pela diversidade cultural.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF12EF01: Experimentar, fruir e recriar diferentes brincadeiras e jogos da cultura popular presentes no contexto comunitário e regional, reconhecendo e respeitando as diferenças individuais de desempenho dos colegas.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático desta atividade inclui uma abordagem prática e teórica das brincadeiras tradicionais de diferentes países e regiões. As aulas se estruturam em dois momentos chave: a exploração das regras, histórias e valores culturais associados a cada brincadeira, e a prática das mesmas com adaptações para o espaço escolar e as capacidades de todos os alunos. Cada sessão serve como uma ponte para desenvolver habilidades motoras, como coordenação e equilíbrio, bem como aptidões sociais, como a comunicação e cooperação. A integração de aspectos culturais diversos promove uma educação que valoriza a inclusão e o respeito pelas diferenças, preparando os alunos para uma convivência harmoniosa em um mundo multicultural.

  • Regras e histórias de brincadeiras culturais.
  • Prática e adaptação de brincadeiras em grupo.
  • Desenvolvimento de habilidades motoras e sociais.
  • Valorização da diversidade cultural.

Metodologia

A metodologia adotada para essa atividade combina elementos de debate, exposição teórica e prática de jogos, utilizando metodologias ativas para maximizar o engajamento dos alunos. A introdução das atividades através de uma roda de debate propicia o compartilhamento de conhecimentos e a expressão de ideias e sentimentos, enquanto a prática das brincadeiras permite a aplicação dos conceitos explorados de forma lúdica. A aula expositiva complementa o entendimento teórico, e as atividades mão-na-massa permitem que os alunos experimentem diretamente as brincadeiras, reforçando o aprendizado ativo e colaborativo.

  • Roda de debate para introdução e discussão.
  • Exposição teórica sobre as brincadeiras.
  • Prática de jogos e brincadeiras adaptadas.
  • Atividades mão-na-massa para experiência prática.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma da atividade é distribuído em cinco aulas de 170 minutos cada, permitindo que os alunos imergam profundamente em cada aspecto das brincadeiras exploradas. A primeira aula foca na roda de debate, enquanto as seguintes se concentram na prática dos jogos, culminando em uma aprendizagem baseada em jogos na terceira aula. A quarta aula oferece uma visão mais estruturada e consolidada do aprendizado por meio de uma exposição teórica, e a quinta atribui aos alunos tarefas práticas que promovem a aplicabilidade do que foi aprendido, favorecendo o aprendizado autônomo e colaborativo.

  • Aula 1: Debate sobre regras e histórias das brincadeiras.
  • Momento 1: Introdução às Brincadeiras Culturais (Estimativa: 20 minutos)
    Inicie a aula cumprimentando os alunos e introduza o tema das brincadeiras ao redor do mundo. Explique a importância de conhecer e valorizar a diversidade cultural através das brincadeiras. Apresente imagens ou vídeos curtos de brincadeiras culturais de diferentes países. Permita que os alunos compartilhem o que conhecem sobre alguma brincadeira cultural ou qual a sua favorita.

    Momento 2: Roda de Debate Sobre Regras e Histórias (Estimativa: 40 minutos)
    Organize os alunos em uma roda para iniciar o debate. Proponha que cada aluno traga uma brincadeira que conheça, explicando suas regras e histórias, seja de sua cultura ou de outra. Facilite o debate, garantindo que cada aluno tenha a sua vez de falar e ouça os demais. Incentive o respeito e a curiosidade sobre as brincadeiras dos colegas.

    Momento 3: Resumo e Reflexão em Grupo (Estimativa: 30 minutos)
    Após o debate, peça aos alunos que trabalhem em pequenos grupos para discutir o que aprenderam sobre as brincadeiras apresentadas. Cada grupo deve resumir suas conclusões sobre as brincadeiras debatidas e levantar uma ou duas regras que consideram mais interessantes ou desafiadoras. Ofereça apoio e direcione as discussões se necessário.

    Momento 4: Apresentação de Conclusões (Estimativa: 40 minutos)
    Cada grupo apresentará suas conclusões para a turma, destacando as regras e histórias que acharam mais interessantes. Incentive a participação de todos os membros do grupo durante a apresentação. Anote no quadro as principais regras que surgirem para posterior prática.

    Momento 5: Reflexão Individual e Fechamento (Estimativa: 40 minutos)
    Peça aos alunos que façam uma breve reflexão individual em seus cadernos sobre quais brincadeiras gostariam de explorar mais e por quê. Recolha essas anotações para avaliar o entendimento dos alunos. Termine a aula revisando os principais pontos discutidos e agradecendo a participação de todos.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para alunos com deficiência auditiva, certifique-se de que todas as comunicações verbais importantes sejam acompanhadas de tradução em LIBRAS ou suporte visual como cartazes. Use legendas nos vídeos. Para alunos com autismo, forneça uma breve agenda visual da aula no início para ajudar na compreensão da rotina. Utilize sinais claros para transições entre as atividades. Para alunos com dificuldades motoras, garanta que as atividades em grupo sejam organizadas de forma acessível, permitindo que esses alunos contribuam de maneira significativa.

  • Aula 2: Experimentação prática individual das brincadeiras.
  • Momento 1: Introdução às Atividades Práticas (Estimativa: 20 minutos)
    Comece a aula dando boas-vindas aos alunos e recapitulando brevemente o que foi discutido na aula anterior. Apresente um resumo das brincadeiras que eles experimentarão individualmente. Explique que cada aluno passará por diferentes estações de brincadeiras, onde terão a oportunidade de aprender e explorar as regras e habilidades de cada uma. Certifique-se de que os alunos entendam que o objetivo é praticar respeitando suas próprias habilidades e as dos colegas.

    Momento 2: Instruções para a Exploração das Estações de Brincadeiras (Estimativa: 20 minutos)
    Explique como serão organizadas as estações e distribua os materiais necessários para cada brincadeira (giz para amarelinha, bolinhas de gude, pistas para caça ao tesouro, etc.). Instrua os alunos sobre como se deslocar de uma estação para outra de forma organizada e segura. Reforce a importância de prestar atenção às regras de cada atividade e de respeitar o tempo de participação de cada colega na estação.

    Momento 3: Experimentação Prática nas Estações (Estimativa: 60 minutos)
    Divida os alunos entre as diferentes estações de brincadeiras, garantindo que todos tenham a chance de experimentar cada uma. No decorrer das atividades, observe o comportamento dos alunos, oferecendo suporte e encorajamento quando necessário. Dê feedback positivo para promover confiança e entusiasmo. Permita que os alunos compartilhem suas experiências ao final de cada turno nas estações. Utilize esta oportunidade para reforçar a importância de seguir as regras e a prática de novas habilidades.

    Momento 4: Discussão e Reflexão sobre a Experiência (Estimativa: 30 minutos)
    Após a prática individual, reúna a turma em círculo e conduza uma discussão sobre a experiência. Faça perguntas para ajudar os alunos a refletirem sobre o que aprenderam e qual brincadeira apreciaram mais. Incentive-os a compartilhar dificuldades e conquistas, promovendo um espaço seguro e acolhedor para expressarem suas opiniões.

    Momento 5: Encerramento e Autoavaliação (Estimativa: 40 minutos)
    Finalize a aula pedindo que cada aluno faça uma autoavaliação escrita ou com um desenho, refletindo sobre o que sentiu e aprendeu durante as atividades. Pergunte como eles podem melhorar suas habilidades na próxima vez que brincarem. Recolha as autoavaliações para compreender melhor o progresso de cada aluno. Termine a aula agradecendo a participação e enfatizando a importância contínua de explorar e respeitar as diferenças culturais nas brincadeiras.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para os alunos com deficiência auditiva, garanta que todas as orientações sejam acompanhadas de suporte visual, como cartazes que expliquem as regras ou desenhos que representem as etapas de cada brincadeira. Para alunos que se comunicam através de LIBRAS, coordinate previamente com intérpretes para auxiliar na comunicação. Os alunos no espectro autista podem se beneficiar de instruções claras e uma rotina visual que descreva a sequência das atividades do dia, minimizando a ansiedade e facilitando a transição entre as estações. Se necessário, prepare listas de verificação simples que eles possam marcar enquanto completam cada estação. Para alunos com dificuldades motoras, facilite o acesso a todas as estações e garanta que os materiais sejam manipuláveis de acordo com suas habilidades. Tarefas modificadas, como atividades sentadas ou com menor necessidade de coordenação motora, devem ser consideradas quando apropriado. Reconheça o esforço e participe coletivamente na solução de problemas que possam surgir, sempre com uma abordagem encorajadora e paciente.

  • Aula 3: Aprendizagem baseada em jogos em grupos pequenos.
  • Momento 1: Introdução aos Jogos (Estimativa: 20 minutos)
    Comece a aula acolhendo os alunos e explicando que eles participarão de jogos em grupos pequenos para aprender mais sobre diferentes culturas através de brincadeiras. Reforce a relevância de cooperar e respeitar as habilidades uns dos outros durante as atividades. Se necessário, utilize imagens ou vídeos para ilustrar como cada jogo será executado.

    Momento 2: Formação dos Grupos e Instruções (Estimativa: 20 minutos)
    Divida a turma em grupos pequenos, garantindo que haja diversidade nas habilidades de cada grupo. Explique as regras e objetivos dos jogos. Ofereça exemplos práticos de como cada jogo será desenvolvido. Reforce a importância de seguir as regras e respeitar o turno dos colegas, e oriente como lidar com discordâncias de forma positiva. Ajude a esclarecer dúvidas antes de iniciar os jogos.

    Momento 3: Execução dos Jogos em Grupos (Estimativa: 80 minutos)
    Permita que os grupos comecem a jogar, circulando entre eles para observar a dinâmica e oferecer ajuda quando necessário. É importante que incentive a comunicação entre os alunos e a solução criativa de problemas. Forneça feedback imediato quando observar interações positivas ou aspectos a serem melhorados. Avalie o engajamento e a cooperação de forma contínua, anotando observações sobre como os alunos interagem e aplicam as regras.

    Momento 4: Discussão e Reflexão Coletiva (Estimativa: 30 minutos)
    Após o tempo de jogo, reúna os alunos em um círculo e conduza uma discussão sobre as experiências durante os jogos. Incentive os alunos a partilhar o que aprenderam e como se sentiram, destacando a importância do trabalho em equipe e da cooperação. Estimule-os a refletir sobre como as diferenças culturais se mostram nos jogos e como isso enriquece suas experiências.

    Momento 5: Encerramento e Avaliação (Estimativa: 20 minutos)
    Finalize a aula pedindo que cada aluno escreva ou desenhe uma breve reflexão sobre a atividade, focando no que mais gostaram ou no que acharam desafiador. Recolha esses trabalhos para avaliar o progresso emocional e social de cada um. Aproveite para reforçar a importância das brincadeiras como forma de aprendizado e diversidade cultural. Agradeça pela participação e reconheça o esforço individual.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para alunos com deficiência auditiva, ofereça instruções escritas e use sinais visuais durante os jogos. Durante a discussão, assegure que um intérprete de LIBRAS esteja presente ou que as observações sejam registradas em cartazes. Para alunos com transtorno do espectro autista, forneça um roteiro visual das atividades planejadas para dar previsibilidade e conforto. Ofereça intervalos curtos para aqueles que precisarem de pausas sensoriais. Para alunos com dificuldades motoras, adapte jogos que demandem muita coordenação motora para que possam participar com contribuições significativas, como observar, dar sugestões ou marcar pontos. Valorize diferentes formas de participação e promova um clima de apoio mútuo no grupo.

  • Aula 4: Aula expositiva sobre conceitos e cooperação.
  • Momento 1: Introdução e Contextualização (Estimativa: 20 minutos)
    Comece a aula dando boas-vindas aos alunos e introduzindo o tema da cooperação dentro do contexto das brincadeiras culturais. Explique a importância da cooperação para o sucesso dos jogos e para a vida em comunidade. Utilize imagens e gráficos para ilustrar conceitos de cooperação. Faça perguntas para verificar o conhecimento prévio dos alunos e anote suas respostas.

    Momento 2: Exposição Teórica sobre Conceitos de Cooperação (Estimativa: 40 minutos)
    Apresente uma breve exposição teórica sobre o que é cooperação, utilizando exemplos de situações cotidianas e jogos populares que requerem trabalho em equipe. É importante que destaque como a cooperação pode influenciar positivamente o ambiente ao nosso redor. Use slides e vídeos curtos para tornar a apresentação mais interativa. Permita que os alunos façam perguntas e incentivem discussões sobre o tema. Avalie o engajamento dos alunos através de suas participações e questionamentos.

    Momento 3: Dinâmicas de Grupo para Demonstrar Cooperação (Estimativa: 40 minutos)
    Organize os alunos em pequenos grupos e proponha dinâmicas rápidas que exijam cooperação, como um quebra-cabeça ou uma pequena atividade de construção com blocos. Oriente os grupos e ofereça suporte quando necessário. Observe como os alunos interagem e aplicam os conceitos apresentados anteriormente. Após as dinâmicas, peça para que discutam em grupo como a cooperação ajudou na realização da tarefa. Anote suas observações sobre a participação dos alunos.

    Momento 4: Discussão Coletiva sobre Experiências de Cooperação (Estimativa: 30 minutos)
    Após as dinâmicas, reúna todos os alunos e incentive uma discussão coletiva sobre como se sentiram nas atividades em grupo e o que aprenderam sobre a importância da cooperação. Pergunte o que consideraram mais desafiador ou gratificante. É importante que eles compartilhem experiências pessoais de cooperação, tanto na escola quanto em casa.

    Momento 5: Reflexão Individual e Fechamento (Estimativa: 40 minutos)
    Finalizando a aula, peça aos alunos que escrevam ou desenhem uma reflexão sobre como pretendem aplicar o aprendizado sobre cooperação em suas vidas diárias. Dê espaço para que compartilhem voluntariamente suas reflexões e ofereça feedback construtivo. Recolha as reflexões individuais para analisar o entendimento de cada aluno sobre o tema. Conclua a aula revisando os principais pontos discutidos e agradeça a contribuição de todos.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para alunos com deficiência auditiva, assegure que o conteúdo das apresentações teóricas seja acompanhado por legendas e tradução em LIBRAS. Usar cartazes e recursos visuais adicionais para reforçar os conceitos é benéfico. Para alunos no espectro autista, forneça antecipadamente uma agenda visual clara da aula, indicando cada etapa e o tempo estimado para como se prepararem para mudanças de atividades. Ofereça suporte individual quando necessário. Para alunos com dificuldades motoras, permita que escolham como participar das dinâmicas, assegurando que todos possam contribuir, seja na montagem de um quebra-cabeça ou oferecendo ideias. Valorize cada contribuição e ajuste as atividades para promover acessibilidade sempre que necessário.

  • Aula 5: Atividade mão-na-massa de criação de brincadeiras.
  • Momento 1: Introdução à atividade mão-na-massa (Estimativa: 20 minutos)
    Inicie a aula acolhendo os alunos e explique que eles irão criar suas próprias brincadeiras inspiradas nos jogos que exploraram anteriormente. Utilize exemplos visuais ou vídeos curtos para estimular a criatividade. Facilite uma breve discussão para relembrar as características de jogos já aprendidos.

    Momento 2: Planejamento em grupos (Estimativa: 30 minutos)
    Divida os alunos em pequenos grupos e forneça materiais como papel, lápis de cor e cartões para que eles possam planejar suas brincadeiras. É importante que cada grupo discuta como será a brincadeira, quais materiais precisarão e como as regras serão definidas. Circulando pela sala, ofereça sugestões e certifique-se de que todos estejam envolvidos no planejamento.

    Momento 3: Desenvolvimento das brincadeiras (Estimativa: 60 minutos)
    Com o planejamento pronto, permita que os alunos comecem a montar protótipos de suas brincadeiras. Forneça materiais adicionais, como cordas, bolas ou bandeirinhas, se necessário. Observe se cada grupo está aplicando suas ideias e dê feedback imediato para apoiar o desenvolvimento do projeto. Reforce as habilidades de cooperação e a divisão de tarefas dentro dos grupos.

    Momento 4: Apresentação das criações (Estimativa: 30 minutos)
    Cada grupo terá a oportunidade de apresentar sua brincadeira para o restante da turma. Os grupos devem explicar as regras, demonstrar como se joga e destacar qualquer inspiração cultural utilizada. Incentive perguntas e comentários dos colegas para que todos se sintam valorizados e interessados nas criações dos outros.

    Momento 5: Avaliação e reflexão (Estimativa: 30 minutos)
    Conduza uma discussão para que cada grupo avalie sua experiência. Pergunte o que aprendem com a criação de suas brincadeiras e como esses novos jogos podem ser integrados em suas rotinas. Permita reflexões pessoais sobre o que mais gostaram no processo criativo. Para avaliar, observe a participação ativa, a criatividade e a colaboração dentro dos grupos, registrando suas observações para feedbacks futuros.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para incluir alunos com deficiência auditiva, garanta que instruções e discussões sejam acompanhadas de legendas ou tradução em LIBRAS, e utilize cartazes para as regras das novas brincadeiras. Para alunos com transtorno do espectro autista, forneça uma lista visual de tarefas, permitindo previsibilidade e independência no desenvolvimento das atividades. Alunos com dificuldades motoras devem ter acesso a materiais e atividades adaptadas às suas habilidades, como optar por tarefas que demandem menos destreza física. Sempre esteja disponível para oferecer suporte necessário e promova um ambiente de inclusão e respeito constante, incentivando os alunos a colaborarem e se apoiarem mutuamente.

Avaliação

A avaliação da atividade será diversificada, visando captar diferentes aspectos do aprendizado dos alunos e oferecer uma imagem confiável dos progressos realizados. Uma abordagem possível é o uso de autoavaliação, onde os alunos refletem sobre seu envolvimento e aprendizado nas atividades, o que promove a autonomia e o autoconhecimento. Observações diárias dos professores também são vitais, focando no desenvolvimento motor, cognitivo e social dos alunos. Essa observação será sustentada por rubricas claras, que possibilitam uma avaliação objetiva. Adicionalmente, serão solicitados pequenos relatórios orais ou escritos dos alunos, em que eles descrevem o que aprenderam e como se sentiram durante a prática das brincadeiras. Estas abordagens permitem flexibilidade para atender às especificidades de cada aluno, com adaptações nos critérios avaliativos para contemplar necessidades especiais e feedbacks construtivos que apoiem seu contínuo avanço.

  • Autoavaliação dos alunos para refletir o aprendizado.
  • Observações diárias dos professores com rubricas.
  • Relatórios orais ou escritos sobre aprendizagem e sentimentos.

Materiais e ferramentas:

A atividade requer uma variedade de recursos que enriquecem o ciclo de ensino e aprendizado. Inicialmente, é necessário dispor de materiais para a roda de debate, como imagens e vídeos das brincadeiras discutidas, para contextualizar adequadamente os alunos. Em seguida, na prática das brincadeiras, são necessários materiais específicos como giz para marcar o chão (no caso da amarelinha), bolinhas de gude, mapas simplificados para a caça ao tesouro, entre outros. Recursos visuais, como cartazes e ilustrações, serão usados para descrever regras e histórias de cada jogo, visando a compreensão total dos alunos, especialmente aqueles com deficiência auditiva. A atividade também prevê o uso de aplicativos educacionais, caso disponíveis, para visualizar brincadeiras de outras culturas, aprofundando a conexão intercultural.

  • Imagens e vídeos de brincadeiras culturais.
  • Materiais de prática: giz, bolinhas de gude, mapas.
  • Cartazes e ilustrações para apoio visual.
  • Aplicativos educacionais para introdução cultural.

Inclusão e acessibilidade

Entendemos que a inclusão e a acessibilidade representam um desafio cotidiano para os professores, porém, são fundamentais para garantir que todos os alunos participem ativamente das atividades propostas. Para os alunos com deficiência auditiva, sugerimos a utilização de intérprete de LIBRAS sempre que possível e o uso constante de recursos visuais. As instruções devem ser claras e disponíveis em formatos visuais, como gestos ou cartazes. Para alunos com transtorno do espectro autista, manter uma rotina previsível, usar pictogramas para ilustrar instruções e promover interações sociais em ambientes cuidadosamente planejados são táticas eficazes. Para dificuldades motoras, adaptação de brincadeiras para incluir todos fisicamente, além de oferecer opções variadas de participação, são estratégias essenciais. Monitorar o progresso pode incluir check-ins regulares sobre o bem-estar do aluno, adaptando as avaliações e permitindo que os alunos mostrem seu aprendizado de maneiras que lhes sejam confortáveis. Comprometamo-nos a ajustar conforme necessário para atender às necessidades especiais, garantindo uma experiência educativa positiva e significativa para todos.

  • Uso de intérprete de LIBRAS e recursos visuais.
  • Manter rotina previsível e usar pictogramas.
  • Adaptação das brincadeiras para dificuldades motoras.
  • Monitoramento constante do progresso e bem-estar.

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