A atividade proposta visa incentivar a criatividade e o desenvolvimento linguístico dos alunos do 5º ano através da escrita de um conto de mistério ambientado na escola. A experiência será divida em dois momentos principais: o primeiro, dedicado à discussão de ideias e elaboração do esboço da narrativa em grupo, permitirá que os alunos trabalhem pontos como a coesão e coerência textual, além de promover a habilidade de mediar ideias e construir argumentos. A segunda etapa envolverá a redação individual do conto, com foco na clareza e no encadeamento lógico dos parágrafos. Esse modelo estimula a autonomia e a capacidade de auto-organização em tarefas práticas, além de permitir que os alunos recebam feedback construtivo de seus pares e professores. O uso de software de edição de texto será incorporado, aprimorando as competências tecnológicas dos alunos, que participarão ativamente no processo de criação, edição e revisão da história. Esses procedimentos também favorecem a troca de informações e o respeito às narrativas distintas, promovendo a diversidade de ideias.
O principal objetivo de aprendizagem desta atividade é fortalecer as habilidades de escritura dos alunos, incentivando um maior controle sobre a estrutura narrativa e o uso eficaz de elementos textuais para a criação de histórias cativantes. Ao envolver-se na produção de um conto de mistério, os alunos desenvolvem competências essenciais como a criatividade, a capacidade analítica e o pensamento crítico. A atividade também tem como propósito promover a prática da revisão e edição de textos, fortalecendo a habilidade de avaliar e aperfeiçoar a própria escrita e a dos colegas de forma colaborativa. Essas competências são fundamentais para a formação educacional, alinhando-se às diretrizes curriculares que visam preparar os alunos para a comunicação eficaz em diversos contextos.
No conteúdo programático, a atividade abordará a compreensão e a estruturação de narrativas de mistério, destacando elementos como enredo, personagens, ambiente, motivação e resolução. A ortografia e gramática correta serão reforçadas na construção das narrativas, além do entendimento e uso adequado de parágrafos para organizar ideias de maneira lógica e consecutiva. A prática de edição de texto com o uso de tecnologias também será uma parte central do aprendizado, proporcionando uma experiência de aprendizagem significativa e alinhada com as demandas do mundo contemporâneo, onde a proficiência em tecnologia da informação é essencial.
A metodologia desta atividade apoia-se em abordagens interativas e colaborativas, que incentivam a participação ativa dos alunos. A primeira aula será conduzida com base na Aprendizagem Baseada em Projetos, permitindo que os estudantes trabalhem coletivamente para criar um esboço narrativo. Na segunda aula, a técnica mão-na-massa possibilitará que cada aluno desenvolva sua história individualmente, aplicando as habilidades discutidas previamente. O uso de tecnologias educacionais, como software de edição de texto, estará integrado às aulas para ampliar as competências digitais e apoiar os alunos na revisão e publicação de seus textos, alinhando-se com as demandas modernas de letramento digital.
O cronograma divide-se em duas aulas, cada uma com 60 minutos de duração, permitindo um foco progressivo nas habilidades narrativas e no uso tecnológico. A primeira aula será dedicada à exploração de ideias e desenvolvimento de um esboço em grupo, promovendo o trabalho em equipe e a expressão de diferentes perspectivas. Na segunda aula, os alunos terão a oportunidade de transformar seu esboço em uma história completa, beneficiando-se do tempo para revisar e editar seus textos, assim como para oferecer e receber feedback dos colegas. Esse cronograma didatizado favorece a organização e a prática reflexiva, fundamentais para a realização de um projeto bem-sucedido.
Momento 1: Introdução ao Tema e Motivações (Estimativa: 10 minutos)
Inicie a aula apresentando o tema da narrativa de mistério ambientada na escola. Explique aos alunos o objetivo da atividade, que é estimular a criatividade e desenvolvimento linguístico através da escrita de um conto de mistério. Pergunte aos alunos sobre suas experiências com histórias de mistério e o que mais os intriga nesses contos. É importante que você estabeleça um ambiente acolhedor e desperte o interesse dos alunos pelo tema.
Momento 2: Discussão em Grupo e Elaboração do Esboço (Estimativa: 30 minutos)
Divida a turma em grupos de 3 a 4 alunos. Permita que eles discutam ideias para o conto de mistério, incentivando que compartilhem suas ideias e trabalhem juntos para estruturar a narrativa. Dê ferramentas como guias de estrutura narrativa e exemplos de contos de mistério para facilitar o processo. Observe se os grupos estão medindo ideias, construindo argumentos coesos e mantendo a coerência na estrutura do esboço. Sugira que anotem o que foi discutido. Durante essa etapa, circule pela sala para oferecer apoio e sugestões, estimulando a participação de todos.
Momento 3: Apresentação dos Esboços e Feedback Coletivo (Estimativa: 20 minutos)
Cada grupo terá oportunidade para apresentar o esboço de sua narrativa para o restante da turma. Promova uma discussão aberta onde os alunos possam oferecer feedback construtivo, considerando a coesão e originalidade das ideias. Incentive todos os alunos a participarem, expressando suas percepções de forma respeitosa e colaborativa. Avalie a clareza dos esboços e a habilidade dos alunos em mediar ideias.
Estratégias de inclusão e acessibilidade:
Considere um ambiente de sala de aula onde sejam minimizadas distrações para ajudar alunos com TDAH a manterem o foco. Para os alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 3, ofereça suporte visual, como imagens ou exemplos tangíveis, para ajudar na compreensão da atividade. Estabeleça rotinas claras e previsíveis e assegure-se de que todos os alunos tenham intérpretes necessários ou auxílio para comunicar suas ideias durante a apresentação coletiva. Permita que alunos que têm dificuldade em se expressar verbalmente possam dar feedback por escrito ou através de outros meios de expressão que lhes sejam confortáveis.
Momento 1: Redação Individual do Conto (Estimativa: 20 minutos)
Inicie a aula reforçando as ideias principais discutidas nas atividades anteriores. Oriente os alunos a iniciarem a escrita individual do conto de mistério. Permita que consultem os esboços elaborados em grupos e usem guias de estrutura narrativa como referência. Circulando pela sala, ofereça apoio, ajude com dúvidas e incentive a continuidade da concentração. Avalie o envolvimento dos alunos e o progresso na redação dos contos com foco na origem e resolução misteriosa do enredo.
Momento 2: Revisão e Edição da Redação (Estimativa: 20 minutos)
Instrua os alunos a utilizarem um software de edição de texto para revisar seus contos. Explique como revisar aspectos como ortografia, gramática e estruturação textual. Promova um ambiente de colaboração, permitindo que duplas de alunos revisem e façam sugestões construtivas para os textos uns dos outros. Incentive o uso de ferramentas de correção automática do software para melhorar a clareza e fluidez do texto. Observe se os alunos fazem mudanças adequadas baseadas no feedback recebido e avalie a habilidade deles de aplicar critérios de correção.
Momento 3: Apresentação dos Contos e Feedback Coletivo (Estimativa: 20 minutos)
Peça para que, de forma voluntária, alguns alunos leiam seus contos para a turma. Promova um espaço de feedback coletivo onde os colegas possam expressar pontos positivos e sugestivos para melhoria. Garanta que cada aluno receba ao menos um comentário positivo e uma sugestão construtiva. É importante que os alunos se sintam confortáveis e respeitados durante as apresentações. Avalie a participação e a capacidade de comunicação dos alunos tanto na exposição quanto na recepção de críticas.
Estratégias de inclusão e acessibilidade:
Para alunos com TDAH, crie um conceito de etapas bem delimitadas para cada tarefa, ajudando-os a priorizar e concluir atividades. Ofereça pausas curtas entre os momentos para que possam se reorientar. Para alunos com Transtorno do Espectro Autista (Nível 3), disponibilize uma lista simplificada de revisão junto com imagens ou pictogramas que ajudem a manter o foco no processo. Durante a apresentação, permita que estes alunos possam oferecer seu feedback por meio de desenhos ou apontamentos escritos curtos, se isso for mais confortável. Lembre-se de encorajar todos os alunos, celebrando suas conquistas, e adaptando discretamente prazos e expectativas quando necessário.
A avaliação será um processo contínuo e formativo, no qual os alunos serão incentivados a refletir sobre seu próprio progresso e o dos colegas. Diferentes métodos avaliativos serão aplicados, incluindo autoavaliação e avaliação por pares, que promovem a autonomia e responsabilidade na aprendizagem. O objetivo é verificar a capacidade de cada aluno em criar e estruturar uma narrativa coerente e original. Critérios como clareza, criatividade, estrutura narrativa e correção gramatical serão utilizados para avaliar os textos. A aplicação prática consiste em exercícios tais como a apresentação oral dos contos e a edição digital dos mesmos, permitindo que os alunos reconheçam e corrijam possíveis falhas, com orientações que garantam um feedback construtivo, estimulando o aprimoramento contínuo.
Os recursos utilizados nesta atividade são selecionados com o objetivo de enriquecer a experiência de aprendizagem e facilitar a tarefa de escrita dos alunos. O uso de computadores ou tablets equipados com softwares de edição de texto será essencial para que os alunos possam trabalhar em suas narrativas de maneira prática e moderna. Materiais auxiliares, como guias de estrutura narrativa e exemplos de contos de mistério, estarão disponíveis para referência. Ademais, recursos audiovisuais podem ser integrados para inspirar e estimular a criatividade dos alunos ao longo do processo de escrita.
Sabemos que o acolhimento e a inclusão são desafios diários dos educadores e valorizamos o seu empenho em implementar práticas que promovam equidade e acolhimento na sala de aula. Assegurando a participação de todos, estratégias serão indicadas para apoiar os alunos com TDAH e TEA Nível 3. Para alunos com TDAH, o uso de listas de tarefas e a divisão das atividades em etapas menores pode ajudar na manutenção do foco e da organização. Para alunos com TEA, materiais visuais a serem utilizados como referência durante toda a atividade e instruções claras e consistentes são sugeridos para ajudar na compreensão e participação ativa. Todos os passos podem ser ajustados a partir do feedback contínuo, assegurando ambientes seguros, respeitosos e colaborativos para todos os participantes.
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