A atividade intitulada 'Histórias de Boca em Roda' visa introduzir os alunos do 6º ano ao universo dos contos populares através da oralidade. Os alunos participarão de rodas de debate para discutir contos populares, focando na tradição da transmissão oral. Esta atividade envolve a elaboração de uma história própria por cada aluno, que deverá ser contada para o grupo, priorizando a expressão oral e a criatividade. Ao término da atividade, os alunos participarão de um evento de contação de histórias onde compartilharão suas criações com os colegas, promovendo a prática da oralidade e o desenvolvimento cultural e social do grupo. Este projeto foi desenvolvido considerando a faixa etária e as habilidades dos alunos, além de incorporar estratégias para incluir alunos com necessidades específicas, como TDAH, Transtorno do Espectro Autista (Nível 3) e Deficiência Intelectual, ao fomentar um ambiente inclusivo, colaborativo e criativo.
Os objetivos de aprendizagem desta atividade são alinhar o desenvolvimento de habilidades orais e criativas dos alunos ao entendimento cultural através de contos populares. Pretende-se que os alunos aprimorem sua expressão oral através da prática de contação de histórias, enquanto estimulam a criatividade ao elaborar suas próprias narrativas. Além disso, busca-se fomentar o trabalho colaborativo, encorajar a empatia e o respeito à diversidade cultural. Ao discutir e criar contos, os alunos desenvolverão suas habilidades de interpretação, análise e produção textual, ao mesmo tempo que se envolvem em atividades que promovem a responsabilidade, o respeito mútuo e a interação positiva entre colegas de diferentes perfis.
O conteúdo programático desta atividade está centrado no aprimoramento das competências de comunicação dos alunos a partir da tradição oral dos contos populares. Os alunos serão expostos a uma variedade de contos para discussão e análise, desenvolvendo assim suas habilidades de interpretação e análise crítica dos textos narrativos. Incentivar-se-á a produção criativa através da elaboração de histórias originais, contribuindo para a melhoria da organização textual e coerência narrativa dos alunos. Além disso, a atividade estimulará a colaboração e trabalho em equipe, habilidades estas fundamentais para o desenvolvimento social e emocional dos estudantes.
A metodologia aplicada nesta atividade está enraizada em abordagens interativas e colaborativas, promovendo o engajamento e o protagonismo dos alunos. Nesta dinâmica, será priorizada a participação ativa dos alunos através de rodas de debate, incentivando a troca de ideias e o diálogo respeitoso. As atividades mão-na-massa permitirão que os alunos se envolvam em processos criativos e de elaboração de suas histórias, enquanto a aula expositiva irá proporcionar a análise e discussão de contos populares, contextualizando seus significados. Esta combinação metodológica não só potencializa a criatividade, mas também a confiança dos alunos em sua habilidade de expressar e apresentar suas narrativas.
O cronograma desta atividade foi cuidadosamente planejado para equilibrar momentos de discussão, criação e análise, distribuídos ao longo de cinco aulas de 50 minutos cada. Iniciaremos com a roda de debate, onde contos populares serão apresentados e discutidos, preparando o terreno para a atividade mãos-na-massa, que permitirá aos alunos começarem a elaborar suas histórias. Durante a aula expositiva, contaremos com o estudo e análise de contos para enriquecer o repertório dos alunos. As duas últimas aulas serão direcionadas a atividades práticas de criação, revisão e aprimoramento das histórias, culminando na contação das histórias finais. Esta sequência metodológica é fundamental para garantir que os alunos tenham tempo e espaço para explorar, criar e refletir sobre suas próprias narrativas e as dos colegas.
Momento 1: Apresentação e Contextualização dos Contos Populares (Estimativa: 10 minutos)
Inicie a aula cumprimentando os alunos e explique brevemente o objetivo da atividade 'Histórias de Boca em Roda'. Contextualize a importância dos contos populares na cultura e história, destacando seu papel na transmissão oral de conhecimento. Utilize exemplos de contos conhecidos para captar o interesse dos alunos. Pergunte se algum aluno conhece ou já ouviu algum conto popular para iniciar o envolvimento.
Momento 2: Leitura de Excerto de Contos Populares (Estimativa: 15 minutos)
Distribua materiais impressos de contos populares aos alunos. Selecione alguns alunos para lerem excertos em voz alta. Oriente-os a prestar atenção aos elementos e temas comuns nos contos. Instigue-os a fazer conexões entre o que foi lido e experiências pessoais. Observe o nível de engajamento dos alunos durante a leitura.
Momento 3: Discussão em Pequenos Grupos (Estimativa: 15 minutos)
Divida a turma em pequenos grupos e proponha que discutam as histórias lidas, com foco na identificação de temas e elementos narrativos. Circule pelos grupos para apoiar a discussão e esclarecer dúvidas. Incentive cada membro a contribuir e ouvir ativamente os colegas. Avalie informalmente a participação e a comunicação dos alunos.
Momento 4: Roda de Debate Coletiva (Estimativa: 10 minutos)
Reúna a turma em uma grande roda. Peça que compartilhem as conclusões das discussões em grupo. Incentive-os a comparar as histórias e explorar diferenças culturais. Modere a discussão para garantir que todos tenham a chance de falar. Finalize o debate destacando a diversidade cultural e as lições morais dos contos.
Estratégias de inclusão e acessibilidade:
Para alunos com TDAH, ofereça instruções claras e divida tarefas em etapas menores para facilitar a concentração. Permita pausas curtas durante as atividades. Para alunos com Transtorno do Espectro Autista (Nível 3), use linguagem simples e previsível ao explicar atividades, e forneça suporte visual, como imagens ou ilustrações dos contos, para auxiliar na compreensão. Para alunos com deficiência intelectual, simplifique o material de leitura e ofereça resumos antes das discussões para garantir compreensão. Encoraje a participação desses alunos, oferecendo apoio adicional quando necessário, e assegure que o ambiente seja acolhedor e sem pressões excessivas.
Momento 1: Instruções para Criação de Histórias (Estimativa: 10 minutos)
Comece a aula explicando brevemente a importância da atividade de criação de histórias e como ela se conecta com os contos populares discutidos anteriormente. Forneça instruções claras sobre como os alunos devem estruturar suas próprias histórias, participantes podem criar histórias baseadas em suas vivências ou inspiradas nos contos estudados. Explique que a criatividade é essencial e todas as ideias são bem-vindas. Ofereça sempre explicações e exemplos concretos para garantir que as expectativas estejam claras.
Momento 2: Planejamento das Histórias (Estimativa: 10 minutos)
Peça aos alunos que comecem a planejar suas histórias em seus cadernos ou folhas de papel. Oriente-os a pensar nos personagens, cenário, começo, meio e fim da história. Dê atenção especial aos alunos enquanto se movimenta pela sala, oferecendo intervenções onde necessário para aqueles alunos que possam ter dificuldade em iniciar. É essencial que os alunos se sintam apoiados para explorar suas ideias.
Momento 3: Escrita das Histórias (Estimativa: 20 minutos)
Permita que os alunos comecem a escrever suas histórias, incentivando-os a usar descrições vívidas e a se concentrarem na organização e coerência narrativas. Circule pela sala para observar o progresso, oferecendo feedback imediato e construtivo conforme necessário. Este é um bom momento para avaliar a capacidade dos alunos de transformar suas ideias em narrativa escrita. Reforce a importância da originalidade e da clareza de expressão.
Momento 4: Compartilhamento de Idéias e Sugestões (Estimativa: 10 minutos)
Convide os alunos a formarem pares ou pequenos grupos para compartilhar ideias e dar sugestões construtivas sobre as histórias uns dos outros. Promova um ambiente de respeito e incentivo, onde todos se sintam confortáveis para compartilhar seu trabalho. Encoraje os alunos a serem críticos mas respeitosos, destacando tanto os pontos fortes quanto as áreas de melhoria nas histórias dos seus colegas. Esta troca serve não apenas como uma forma de feedback, mas também como uma avaliação de sua habilidade de colaborar e comunicar.
Estratégias de inclusão e acessibilidade:
Para alunos com TDAH, monitore sua concentração durante a atividade, proporcionando pausas breves para recarregar a atenção quando necessário. Utilize listas ou esboços para ajudar esses alunos a organizarem suas ideias por etapas. Para alunos com Transtorno do Espectro Autista (Nível 3), forneça esquemas visuais das etapas da história e instrua-os de forma direta e simples. Isso pode lhes oferecer uma estrutura previsível sobre o que é esperado. Para alunos com deficiência intelectual, ajuste a complexidade da tarefa, talvez sugerindo histórias mais curtas ou fornecendo guias passo a passo. Mantenha as instruções simplificadas e permita que eles expressem suas ideias de forma oral antes da escrita, se assim se sentirem mais confortáveis. Incentive a participação e garanta um ambiente de aprendizado positivo e de suporte.
Momento 1: Introdução à Análise de Contos (Estimativa: 10 minutos)
Comece a aula explicando o objetivo principal do dia: analisar contos populares com mais profundidade. Utilize o quadro para listar os principais elementos que serão discutidos, como personagens, enredo, e moral da história. É importante que todos os alunos entendam o que será analisado.
Momento 2: Leitura Coletiva e Identificação de Elementos (Estimativa: 15 minutos)
Selecione um conto popular para ser lido coletivamente em sala. Leia o conto em voz alta, ou peça a alguns alunos que leiam partes breves. Após a leitura, oriente os alunos a identificarem juntos os elementos principais do conto. Faça perguntas direcionadas para ajudar na identificação, como ‘Quem são os personagens principais?’ ou ‘Qual é o tema central do conto?’.
Momento 3: Discussão em Grupo sobre Interpretação do Conto (Estimativa: 15 minutos)
Divida a turma em pequenos grupos e entregue a cada grupo perguntas ou tópicos de discussão sobre a interpretação do conto. Circule pela sala e observe se os grupos estão engajados na atividade, oferecendo sugestões quando necessário. As discussões devem focar nas interpretações pessoais e nas mensagens transmitidas pelo conto.
Momento 4: Debate e Compartilhamento de Análises (Estimativa: 10 minutos)
Reúna os alunos em uma roda e solicite que cada grupo compartilhe suas análises e interpretações do conto, discutidas previamente. Incentive os alunos a ouvirem atentamente e a respeitarem as opiniões dos demais. Facilite o debate, abordando diferentes interpretações e explorando como cada uma se relaciona com o contexto cultural dos contos.
Estratégias de inclusão e acessibilidade:
Para alunos com TDAH, mantenha as instruções curtas e diretas, com a possibilidade de pausas breves para recarga de atenção. Organize atividades em intervalos menores para ajudar na manutenção do foco. Para alunos com Transtorno do Espectro Autista (Nível 3), forneça estruturas previsíveis para a análise, como roteiros ou guias visuais dos elementos que serão discutidos. Use o quadro para apresentar essas estruturas de maneira clara. Para alunos com deficiência intelectual, use resumos simples e ajude individualmente a entender pontos complexos do conto, proporcionando exemplos concretos e conexões com experiências diárias. Promova ambientes de confiança onde todos os alunos possam contribuir da maneira que se sentirem confortáveis.
Momento 1: Introdução e Revisão de Histórias (Estimativa: 10 minutos)
Inicie a aula cumprimentando os alunos e explique brevemente o objetivo da sessão: continuar a elaborar e aprimorar as histórias criadas. Peça aos alunos que revejam suas histórias rapidamente, destacando áreas que gostariam de melhorar ou expandir. É importante que todos se sintam confortáveis para compartilhar suas ideias.
Momento 2: Expansão e Aprimoramento das Histórias (Estimativa: 20 minutos)
Oriente os alunos a expandirem suas histórias, focando principalmente em detalhes descritivos, coerência narrativa e desenvolvimento de personagens. Circule pela sala oferecendo sugestões específicas e incentivando os alunos a explorarem diferentes ângulos ou perspectivas em suas histórias. Utilize perguntas estimulantes como 'Como seu personagem se sentiria nessa situação?' para promover reflexão. Avalie informalmente o progresso, observando o entusiasmo e engajamento dos alunos.
Momento 3: Leitura e Troca de Feedback em Pares (Estimativa: 10 minutos)
Forme duplas e peça aos alunos para lerem suas histórias um para o outro. Após a leitura, solicite que forneçam feedback respeitoso e construtivo, focando nos aspectos positivos e em sugestões de melhoria. É importante que o professor circule entre as duplas para mediar possíveis dificuldades e orientar para que o feedback seja sempre construtivo.
Momento 4: Reflexão Coletiva e Encerramento (Estimativa: 10 minutos)
Reúna a turma para uma reflexão coletiva sobre o processo de criação e os desafios enfrentados. Pergunte o que foi mais fácil ou difícil e o que aprenderam sobre contação de histórias. Finalize a aula destacando a importância do processo criativo e do respeito nas produções dos colegas, incentivando-os a continuarem trabalhando em suas histórias.
Estratégias de inclusão e acessibilidade:
Para alunos com TDAH, permita que dividam suas atividades em pequenos blocos de tempo, utilizando pausas curtas entre elas. Dê instruções diretas e específicas, proporcionando um suporte contínuo para manter o foco. Para alunos com Transtorno do Espectro Autista (Nível 3), forneça esquemas visuais das histórias e expectativas claras para o seu aprimoramento. Utilize exemplos concretos para ilustrar o que é esperado. Para alunos com deficiência intelectual, simplifique as propostas de aprimoramento e permita um feedback oral, caso tenham dificuldade com a escrita. Ofereça apoio individualizado quando necessário e promova um ambiente de confiança, onde os alunos sintam-se seguros para se expressarem.
Momento 1: Preparo do Ambiente e Organização das Histórias (Estimativa: 10 minutos)
Comece a aula organizando a sala para o evento de contação de histórias. Disponha as cadeiras em círculo, se possível, para criar um ambiente acolhedor e inclusivo. Peça aos alunos que se preparem, revendo suas histórias rapidamente e organizando qualquer material de suporte que desejem usar. É importante que todos se sintam confortáveis com o espaço e preparados para a apresentação.
Momento 2: Abertura do Evento e Contextualização (Estimativa: 5 minutos)
Inicie o evento de contação de histórias fazendo uma breve introdução sobre a importância da oralidade e da troca de experiências. Explique que todos terão a oportunidade de compartilhar suas histórias e ouvir as histórias dos colegas, promovendo um ambiente de respeito mútuo.
Momento 3: Contação das Histórias e Feedback dos Colegas (Estimativa: 25 minutos)
Divida o tempo de forma que cada aluno tenha alguns minutos para contar sua história. Incentive os demais a ouvirem atentamente e a responderem com feedback positivo e construtivo. Após cada apresentação, reserve um breve momento para que os alunos façam comentários em pares ou pequenos grupos, destacando o que mais gostaram e oferecendo sugestões respeitosas de melhoria. Observe se todos os alunos estão participando e registre suas percepções sobre o engajamento e a expressão oral de cada um.
Momento 4: Encerramento e Reflexão Coletiva (Estimativa: 10 minutos)
Reúna todos para uma reflexão final sobre o evento. Pergunte aos alunos o que aprenderam com a experiência e como se sentiram compartilhando suas histórias. Destaque o progresso observado ao longo da atividade e reforce a importância do respeito e da empatia nas interações. Finalize agradecendo a todos pela participação e colaboração durante a atividade.
Estratégias de inclusão e acessibilidade:
Para alunos com TDAH, lembre-se de manter as instruções breves e motivadoras, permitindo que apresentem suas histórias no início ou final do evento, conforme se sintam mais confortáveis. Proporcione um ambiente acolhedor para alunos com Transtorno do Espectro Autista (Nível 3), permitindo que tenham um roteiro ou apoio visual durante suas apresentações. Para alunos com deficiência intelectual, ofereça suporte adicional na preparação das histórias, permitindo que utilizem formas de expressão que melhor se adequem às suas necessidades, como contar sua história oralmente antes da apresentação oficial. Encoraje a colaboração entre os alunos, de modo que todos se sintam parte do grupo e valorizados por suas contribuições.
A avaliação focará no desenvolvimento das habilidades de expressão oral, criatividade e interação social dos alunos. Ou será feita de maneira contínua, através de observações durante as rodas de debate e atividades práticas. Entre as ferramentas avaliativas, destacam-se os relatórios de progresso frequentes, feedback individualizado para reforçar o aprendizado e promover melhorias, e autoavaliação, que permitirá que os alunos reflitam sobre suas próprias contribuições e aprendizagem durante a atividade. O feedback será centrado em critérios como clareza e coerência na expressão, originalidade e esforço demonstrado nas histórias, e a habilidade de colaborar e respeitar os colegas durante o processo.
Para a implementação desta atividade, serão utilizados recursos acessíveis que não requerem soluções tecnológicas, devido à natureza prática e interativa do projeto. Materiais impressos de contos populares servirão como base para a discussão. Cadernos e folhas de papel para rascunho auxiliarão no processo de escrita e criação das histórias pelos alunos. Além disso, é fundamental criar um ambiente acolhedor e organizado para facilitar a interação entre os alunos e a execução das atividades práticas, proporcionando uma experiência de aprendizado enriquecedora com foco na oralidade e criatividade.
Compreendemos que a inclusão é um componente essencial em qualquer ambiente de aprendizado, e o reconhecimento das necessidades de cada aluno, em especial aqueles com TDAH, Transtorno do Espectro Autista e Deficiência Intelectual, é vital para o sucesso desta atividade. Estratégias práticas que envolvam repetição de instruções, simplificação de tarefas e suporte visual serão empregadas para manter o envolvimento de todos os alunos. Jogo de papéis e interações pequenas dentro da atividade permitirão que todos os alunos colaborem e se beneficiem de seus pontos fortes. Intervenções pontuais e apoio em caso de sinal de dificuldade são elementos chave, assim como a adaptação de critérios de avaliação para refletir com precisão o esforço e progresso individuais. Além disso, colaboradores, como assistentes de ensino, podem ser envolvidos para garantir que o suporte necessário seja fornecido de forma eficaz.
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