Missão no Mundo Subterrâneo

Desenvolvida por: Claudi… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Língua Portuguesa
Temática: Narrativa de Aventura

Nesta atividade, os estudantes criarão uma narrativa de aventura que se passa em um misterioso mundo subterrâneo. Eles desenvolverão histórias em que os personagens enfrentam desafios em cavernas e rios subterrâneos enquanto procuram um artefato perdido. Este exercício promove a imaginação, a lógica narrativa, o uso adequado de tempos verbais e dialogismo, ampliando a compreensão das estruturas de narrativas de aventura.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem desta aula incluem a promoção da habilidade de criar narrativas fictícias, incentivando o uso de estruturas narrativas complexas e a criatividade dos alunos. Também se almeja o aprimoramento do domínio da linguagem escrita através do uso consciente de tempos verbais e da inserção de diálogos, adequando-se ao modelo de narrativa de aventura.

  • Desenvolver a habilidade de criar narrativas de aventura.
  • Utilizar adequadamente os tempos verbais na narração.
  • Integrar diálogos e discursos direto e indireto na narrativa.
  • Estimular a criatividade e a lógica narrativa dos alunos.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF67LP30: Criar narrativas ficcionais, tais como contos populares, contos de suspense, mistério, terror, humor, narrativas de enigma, crônicas, histórias em quadrinhos, dentre outros, que utilizem cenários e personagens realistas ou de fantasia, observando os elementos da estrutura narrativa próprios ao gênero pretendido, tais como enredo, personagens, tempo, espaço e narrador, utilizando tempos verbais adequados à narração de fatos passados, empregando conhecimentos sobre diferentes modos de se iniciar uma história e de inserir os discursos direto e indireto.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático desta aula enfoca o desenvolvimento de narrativas, abordando as características do gênero aventura e como estruturar narrativas coerentes e coesas. Além disso, são trabalhados os elementos constitutivos de uma narrativa como enredo, personagens, espaço e tempo, e como eles se inter-relacionam para criar uma história envolvente.

  • Características do gênero de aventura.
  • Estrutura de narrativas: introdução, desenvolvimento e desfecho.
  • Elementos fundamentais: enredo, personagens, espaço e tempo.

Metodologia

Para esta atividade, será utilizada a metodologia ativa 'mão-na-massa', onde os alunos serão incentivados a desenvolver suas narrativas de forma prática e colaborativa. Esta abordagem promove o protagonismo e a autonomia dos estudantes, estimulando-os a aplicar conceitos narrativos na prática durante a criação de suas histórias.

  • Metodologia mão-na-massa para incentivar a prática.
  • Atividades colaborativas para fomentar a troca de ideias.
  • Criação de narrativas como exercício de aplicação prática.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma da atividade prevê uma aula de 60 minutos, focada no desenvolvimento e na escrita das narrativas de cada aluno. Este tempo permitirá que os alunos aprofundem suas ideias, discutam em pares, recebam feedback do professor e realizem revisões necessárias para melhorar suas narrativas.

  • Aula 1: Discussão sobre narrativas de aventura, criação e desenvolvimento das histórias.
  • Momento 1: Introdução ao Gênero de Aventura (Estimativa: 15 minutos)
    Comece a aula apresentando o gênero de aventura. Explique suas características principais, como enredo dinâmico, personagens em busca de algo, e desafios a serem superados. Utilize exemplos de livros ou filmes conhecidos para ilustrar. É importante que os alunos entendam o contexto e os elementos chaves antes de iniciar suas narrativas. Permita que os alunos façam perguntas e incentivem a participação ativa.

    Momento 2: Discussão em Grupo sobre Estrutura Narrativa (Estimativa: 15 minutos)
    Divida a turma em pequenos grupos e distribua fichas com perguntas orientativas sobre os elementos da estrutura narrativa: introdução, desenvolvimento e desfecho. Solicite que os grupos discutam como essas partes se relacionam no contexto de uma narrativa de aventura. Observe se todos os alunos estão participando e intervenha caso perceba a necessidade de uma mediação para incentivar ideias. Avalie a participação dos alunos, considerando a colaboração e a partilha de ideias no grupo.

    Momento 3: Planejamento da Narrativa de Aventura (Estimativa: 20 minutos)
    Peça para os alunos, ainda nos grupos, começarem a planejar suas histórias. Eles devem decidir quais personagens, cenários e enredo serão usados em suas narrativas subterrâneas. Oriente-os a fazerem um esboço inicial com introdução, desenvolvimento e desfecho. Forneça suporte direcionando com perguntas que estimulem a criatividade e a lógica narrativa, como Qual será o principal obstáculo dos personagens? ou Qual é a motivação para encontrar o artefato perdido?. Avalie este momento verificando se eles conseguem criar uma estrutura lógica e coerente.

    Momento 4: Compartilhamento de Ideias e Feedback (Estimativa: 10 minutos)
    Encerre a aula convidando os grupos a partilhar brevemente suas ideias com a turma. Cada grupo deve falar sobre um aspecto interessante de sua história. Peça para que os outros alunos façam comentários construtivos e perguntas, promovendo um diálogo saudável. Ofereça feedback pontual sobre o uso dos elementos narrativos e encoraje todos os alunos, agradecendo suas contribuições e ideias. Avalie o engajamento e o interesse dos alunos durante as apresentações, bem como a clareza de suas proposições.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para alunos com deficiência visual, utilize materiais adaptados, como textos em Braille ou audiodescrição dos exemplos apresentados em aula. Ofereça a possibilidade de compartilhar as ideias oralmente, permitindo uma participação plena mesmo que não utilizem recursos visuais. Para alunos com TDAH, garanta que as atividades sejam dinâmicas e mantenham sua atenção por meio de intervenções frequentes e direcionadas, evitando longos períodos de instrução oral. No caso de alunos com transtornos de ansiedade, mantenha um ambiente acolhedor, evitado pressões para participação imediata, oferecendo tempo e espaço para que possam contribuir no momento em que se sintam mais confortáveis. Estimule a empatia entre os alunos, ajudando a criar um ambiente inclusivo e colaborativo.

Avaliação

A avaliação será realizada de maneira diversificada, considerando a qualidade da narrativa produzida em termos de coesão, estrutura e uso correto dos elementos de uma narrativa de aventura. Serão utilizados métodos como a observação direta e a análise das produções escritas. O feedback será formativo, orientando os alunos sobre suas forças e áreas a melhorar, considerando também adaptações para alunos com necessidades específicas.

  • Observação direta do envolvimento e progresso durante a atividade.
  • Análise das narrativas quanto à estrutura e uso dos elementos narrativos.
  • Feedback formativo e adaptativo para melhora contínua dos alunos.

Materiais e ferramentas:

Os recursos utilizados incluirão materiais escritos, como guias e exemplos de narrativas, além de recursos tecnológicos para alunos com deficiência visual, como programas de transcrição de voz. Será dada especial atenção para o uso eficiente de materiais e tecnologias que não onerem financeiramente o professor.

  • Guias e exemplos de narrativas de aventura.
  • Recursos tecnológicos assistivos, como programas de leitura de tela.
  • Materiais táteis ou adaptados em Braille para alunos com deficiência visual.

Inclusão e acessibilidade

Sabemos da demanda intensa do professor em atender às necessidades de todos os alunos, mas é fundamental garantir a inclusão de todas as formas possíveis. Para alunos com deficiência visual, será importante fornecer materiais em Braille e audiodescrição. Alunos com TDAH poderão beneficiar de pausas regulares e instruções claras e diretas. Aqueles que enfrentam transtornos de ansiedade podem se sentir mais confortáveis com uma comunicação aberta e um ambiente de sala de aula acolhedor. Monitorar sinais de alerta e adaptar as estratégias conforme necessário será crucial.

  • Materiais em Braille e audiodescrição para alunos com deficiência visual.
  • Pausas e instruções claras para alunos com TDAH.
  • Ambiente acolhedor e apoio emocional para alunos com transtornos de ansiedade.

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