Liberdade de Expressão: Jogo da Argumentação

Desenvolvida por: Silmar… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Língua Portuguesa
Temática: Oralidade e Leitura

A atividade propõe um jogo de tabuleiro temático, onde os alunos exploram os limites entre a liberdade de expressão e o discurso de ódio. Durante o jogo, são apresentados a situações reais e hipotéticas, devendo argumentar e defender posições favoráveis ou contrárias ao que é apresentado. O jogo serve como ferramenta para desenvolver habilidades oratórias e de argumentação crítica, estimulando a análise de diferentes pontos de vista e a construção de argumentos coesos e embasados. Ao final da atividade, uma discussão abordará as possibilidades de denúncia de discursos de ódio e a conscientização sobre os impactos sociais de tais ações, incentivando os alunos a refletirem sobre suas próprias percepções e responsabilidades sociais. Este método lúdico e interativo busca integrar habilidades de interpretação de texto e argumentação oral, essenciais para a comunicação eficaz e para a preparação para exames futuros, como o ENEM.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem nesta atividade visam desenvolver a capacidade dos alunos de identificar e diferenciar entre liberdade de expressão e discurso de ódio, permitindo que eles se posicionem de maneira crítica sobre tais questões. Eles serão incentivados a aprimorar suas habilidades de comunicação oral ao participarem de debates estruturados e ao defenderem posições distintas, promovendo o desenvolvimento de uma argumentação lógica e coerente. Além disso, a atividade busca sensibilizar os alunos sobre a responsabilidade social associada ao uso da linguagem, preparando-os para o envolvimento cívico crítico e responsável.

  • Desenvolver a habilidade de distinguir entre liberdade de expressão e discurso de ódio.
  • Aprimorar a capacidade de argumentação e comunicação oral.
  • Fomentar a consciência sobre responsabilidade social no uso da linguagem.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF69LP01: Diferenciar liberdade de expressão de discursos de ódio, posicionando-se contrariamente a esse tipo de discurso e vislumbrando possibilidades de denúncia quando for o caso.
  • EF09LP05: Identificar, em textos lidos e em produções próprias, orações com a estrutura sujeito-verbo de ligação-predicativo.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático desta atividade contém leitura e interpretação de textos sobre liberdade de expressão e discurso de ódio, incluindo estudo de caso de exemplos reais e hipotéticos. A prática do jogo de tabuleiro é estruturada para estimular a capacidade dos alunos de articular e estruturar argumentos de forma coerente. Os alunos desenvolverão habilidades de leitura crítica, identificação de estruturas linguísticas e prática de construção de argumentos a partir de diferentes perspectivas. Isso não só apoia o desenvolvimento de habilidades de compreensão leitora, mas também promove a habilidade de análise crítica e o desenvolvimento de competências para a criação de textos orais e escritos mais sofisticados.

  • Leitura crítica de textos sobre liberdade de expressão.
  • Identificação das estruturas sujeito-verbo de ligação-predicativo.
  • Construção de argumentos baseados em casos reais e hipotéticos.

Metodologia

A metodologia aplicada utiliza a Aprendizagem Baseada em Jogos, uma abordagem que promove o engajamento através da gamificação. Esta metodologia facilita o aprendizado ao integrar a teoria com a prática, permitindo que os alunos participem de debates simulados dentro do contexto do jogo de tabuleiro. É uma forma inovadora de estimular habilidades de argumentação e análise crítica. A atividade também possibilita um maior envolvimento dos alunos, promovendo o trabalho em equipe e a resolução de problemas, fundamentais para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais e para a criação de um ambiente colaborativo de aprendizado.

  • Aprendizagem Baseada em Jogos
  • Debates simulados

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma foi elaborado para ser executado em uma única aula de 60 minutos, focando em um jogo de tabuleiro temático, adaptado para proporcionar uma experiência completa e imersiva. A aula concatena a introdução ao tema, a execução do jogo e a discussão final, garantindo que os conceitos sejam abordados de maneira eficaz. Esta estrutura permite que os alunos explorem e consolidem os conhecimentos em um ambiente controlado, promovendo uma aprendizagem ativa e reflexiva.

  • Aula 1: Introdução ao tema, jogo de tabuleiro, discussão final.
  • Momento 1: Introdução ao tema Liberdade de Expressão (Estimativa: 15 minutos)
    Inicie a aula apresentando o tema Liberdade de Expressão. Utilize um breve texto ou vídeo introdutório para contextualizar o tema e sua importância no contexto social atual. É importante que os alunos entendam a diferença entre liberdade de expressão e discurso de ódio. Peça aos alunos para darem exemplos de situações em que a liberdade de expressão é exercida de forma positiva e negativa. Observe se os alunos conseguem diferenciar claramente os conceitos.

    Momento 2: Jogo de Tabuleiro Temático (Estimativa: 30 minutos)
    Divida a turma em grupos e distribua o jogo de tabuleiro sobre liberdade de expressão. Explique as regras e certifique-se de que todos os alunos entendem como jogar. Durante o jogo, incentive os alunos a argumentarem bem seus pontos de vista e a ouvirem ativamente os membros do grupo. É importante que o professor circule pela sala, auxiliando os grupos, respondendo a dúvidas e observando a interação e a qualidade das argumentações. Sugira diferentes formas de argumentar para enriquecer o diálogo. Ao final do jogo, colete feedback sobre a experiência de aprendizagem.

    Momento 3: Discussão Final e Conclusão (Estimativa: 15 minutos)
    Conduza uma discussão reflexiva em plenária sobre as lições aprendidas durante o jogo. Incentive os alunos a compartilharem suas experiências e pontos de vista. Pergunte aos alunos sobre como podem aplicar o que aprenderam em suas vidas cotidianas. É importante que se discuta também as implicações sociais do discurso de ódio e formas de denúncia. Avalie o entendimento coletivo através dos exemplos e argumentos apresentados pelos alunos. Conclua a discussão reforçando a necessidade de responsabilidade social no uso da linguagem.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para alunos com deficiência intelectual, utilize recursos visuais como ilustrações e gráficos durante a introdução do tema para facilitar a compreensão. No jogo, atribua papéis que lhes permitam participar ativamente, adaptando as regras se necessário para que todos contribuam com argumentos. Durante a discussão final, dê espaço para que esses alunos expressem suas opiniões, usando perguntas guiadas para facilitar suas respostas. É fundamental garantir que todo material e atividade sejam acessíveis, proporcionando apoio individual quando necessário. Lembre-se que sua presença encorajadora e motivadora faz toda a diferença para criar um ambiente de aprendizagem inclusivo e acolhedor.

Avaliação

A avaliação desta atividade pode ser realizada através de diferentes métodos, garantindo uma visão abrangente do desenvolvimento do aluno. 1. Avaliação formativa: Durante o jogo, o docente pode observar o engajamento dos alunos, sua capacidade de argumentar de forma lógica e coerente, e seu entendimento dos conceitos discutidos. O objetivo é fornecer feedback imediato para orientar o progresso contínuo dos alunos. Critérios de avaliação incluem clareza de argumentação e participação efetiva no jogo. Exemplo prático: ao final de cada rodada, os alunos recebem feedback oral dos colegas e do professor, incentivando uma reflexão crítica sobre suas estratégias de comunicação. 2. Avaliação somativa: Após a conclusão da atividade, os alunos podem produzir um texto dissertativo-argumentativo sobre um dos temas abordados no jogo. O objetivo aqui é avaliar a transferência de aprendizado para a produção escrita, considerando a profundidade e clareza dos argumentos. Critérios incluem a estrutura do texto e a coerência das ideias apresentadas. Exemplo prático: textos são coletados e analisados segundo uma rúbrica, que destaca a argumentação e a gramática. As avaliações são desenhadas para serem inclusivas, permitindo adaptações para alunos com necessidades especiais, como o uso de rubricas simplificadas e feedbacks personalizados.

  • Observação do engajamento e capacidade de argumentação durante o jogo.
  • Produção de texto dissertativo-argumentativo pós-jogo.

Materiais e ferramentas:

Os recursos necessários para esta atividade incluem um jogo de tabuleiro temático especificamente adaptado para estimular o debate sobre liberdade de expressão e discurso de ódio. Outros recursos incluem textos de apoio para consulta durante a atividade, evitando assim a necessidade de adaptações caras nos materiais. A tecnologia poderá ser utilizada para compartilhar materiais digitais de referência, como artigos e vídeos curtos, aumentando a acessibilidade e o engajamento dos alunos, além de promover o aprendizado autônomo e reforçar o vínculo entre teoria e prática.

  • Jogo de tabuleiro temático sobre liberdade de expressão.
  • Textos de apoio e materiais digitais.

Inclusão e acessibilidade

Sabemos que, com a sobrecarga de trabalho dos docentes, é um desafio encontrar tempo para incorporar todas as estratégias de inclusão necessárias. No entanto, pequenos ajustes podem fazer uma grande diferença. Para alunos com deficiência intelectual, sugere-se o uso de materiais visuais simplificados para facilitar a compreensão dos conceitos abordados no jogo, além do uso de linguagem clara e objetiva por parte do professor e dos colegas. Estratégias de comunicação direta, como feedback imediato e positivo, podem auxiliar na interação e na compreensão dos conceitos discutidos. A utilização de tecnologias assistivas, como aplicativos que facilitam a leitura de texto, pode ser recomendada, além de permitir ajustes no ambiente físico da sala para facilitar a locomoção e garantir um ambiente seguro e acolhedor. Essas estratégias ajudam a promover um ambiente de inclusão, equidade e respeito, incentivando a participação ativa de todos os alunos e disponibilizando apoio individualizado sempre que necessário.

  • Uso de materiais visuais simplificados.
  • Utilização de tecnologias assistivas.

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