Desconstruindo Preconceitos: Vozes da Resistência

Desenvolvida por: Marlen… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Português - Literatura e Produção de Texto
Temática: Inclusão e Diversidade na Literatura

Nesta atividade, os alunos do 2º ano do Ensino Médio serão desafiados a estudar como a literatura pode ser um veículo potente para a crítica social e a desconstrução de preconceitos. Serão exploradas obras de autores representativos como Luiz Gama, Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo, reconhecidos por suas narrativas que desnudam experiências de discriminação e violência. As aulas expositivas propiciarão um espaço seguro para debates crítico-reflexivos sobre violência, discriminação e inclusão. Na culminância da atividade, os estudantes produzirão um texto crítico-reflexivo que estabelecerá um diálogo entre os textos literários estudados e as questões contemporâneas de inclusão e diversidade, incentivando o desenvolvimento do pensamento crítico e da empatia.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem desta atividade centram-se na compreensão crítica da literatura enquanto ferramenta de transformação social. Os alunos serão capacitados a reconhecer e interpretar as diversas vozes de resistência presentes na literatura brasileira, especialmente aquelas que tratam de preconceitos e desigualdades sociais. A atividade visa a fortalecer a habilidade dos alunos de relacionar contextos históricos e sociais às narrativas literárias, desenvolvendo sua capacidade de reflexão crítica e produção textual. Os alunos serão conduzidos a identificar elementos de denúncia e resistência nas obras estudadas, analisando como os autores dialogam com o presente, além de produzir textos que demonstrem suas reflexões pessoais sobre os temas abordados.

  • Reconhecer a literatura como meio de crítica social e expressão de resistência.
  • Identificar elementos culturais e sociais presentes nas obras literárias.
  • Desenvolver habilidades de produção textual crítica e reflexiva.

Habilidades Específicas BNCC

  • EM13LP48: Identificar assimilações, rupturas e permanências no processo de constituição da literatura brasileira e ao longo de sua trajetória, por meio da leitura e análise de obras fundamentais do cânone ocidental, em especial da literatura portuguesa, para perceber a historicidade de matrizes e procedimentos estéticos.
  • EM13LP52: Analisar obras significativas das literaturas brasileiras e de outros países e povos, em especial a portuguesa, a indígena, a africana e a latino-americana, com base em ferramentas da crítica literária (estrutura da composição, estilo, aspectos discursivos) ou outros critérios relacionados a diferentes matrizes culturais, considerando o contexto de produção (visões de mundo, diálogos com outros textos, inserções em movimentos estéticos e culturais etc.) e o modo como dialogam com o presente.

Conteúdo Programático

Para esta atividade, o conteúdo programático foca na exploração de obras literárias de autores negros brasileiros que abordam questões sociais, culturais e históricas, como Luiz Gama, Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo. Através dessas leituras, os alunos serão levados a discutir temas como racismo, desigualdade e inclusão, contextualizando-os no mundo contemporâneo. O currículo proposto inclui também a discussão sobre o papel da literatura na construção de identidades e resistências culturais. Serão exploradas as características estilísticas e estéticas destas obras, além da análise crítica de suas temáticas e da relevância das mesmas para a sociedade atual.

  • Estudo de obras selecionadas de Luiz Gama, Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo.
  • Análise crítica de temas sociais abordados nas literaturas brasileiras.
  • Discussão sobre a função social e cultural da literatura.

Metodologia

A metodologia aplicada nesta atividade será baseada em aulas expositivas dialogadas, que facilitarão o desenvolvimento do pensamento crítico e a capacidade de argumentação dos alunos. Através da interação entre os alunos e o professor, as aulas promoverão debates e reflexões sobre as diferentes realidades apresentadas nas obras estudadas. Este método é propício para instigar a curiosidade analítica, promovendo um ambiente de aprendizado colaborativo e reflexivo. O foco está em promover a construção coletiva do conhecimento, onde os alunos poderão expressar sua compreensão e interpretação dos textos, incentivando a prática da escuta ativa e empática.

  • Aulas expositivas dialogadas.
  • Análise e interpretação coletiva de textos.
  • A análise e interpretação coletiva de textos é uma estratégia metodológica que visa promover o engajamento e a interação dos alunos com os textos literários de maneira colaborativa. Este método busca não apenas a compreensão superficial dos textos, mas também o desenvolvimento do pensamento crítico e da habilidade de interpretar e discutir nuances e metáforas presentes na literatura. Durante as aulas, o professor distribui trechos selecionados e representativos das obras de autores como Luiz Gama, Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo, que servem como veículos de discussão.

    Os alunos são encorajados a ler em voz alta, um método que auxilia na observação dos aspectos fonéticos e rítmicos das obras, além de possibilitar um contato sensorial mais próximo com o texto. Após a leitura, o professor lidera uma discussão orientada, oferecendo o contexto histórico e cultural relevante para a compreensão do conteúdo. Perguntas diretas ou sugeridas são feitas para estimular a reflexão sobre os temas abordados nos textos, e os alunos são motivados a compartilharem suas interpretações e questionamentos. Essa troca de ideias é essencial para cultivar uma compreensão mais abrangente e rica das obras, permitindo que os alunos percebam diferentes perspectivas interpretativas.

    Para enriquecer a atividade, o professor pode utilizar recursos visuais, como quadros brancos para esquematizar ideias, além de acessar materiais de apoio que embasem as análises, como artigos críticos ou guias de leitura. A presença do professor como mediador é fundamental para criar um ambiente de respeito e abertura, em que os alunos sintam-se confiantes para expressar suas opiniões e dúvidas. O foco não deve estar apenas em encontrar respostas corretas, mas em fomentar o desenvolvimento de uma postura crítica e reflexiva diante das questões sociais e literárias, possibilitando que os estudantes construam um relacionamento mais crítico e envolvente com a literatura.

  • Debates críticos sobre temas contemporâneos.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma desta atividade será estruturado em cinco aulas de 50 minutos cada, permitindo uma exploração aprofundada das obras literárias e dos temas em discussão. Cada aula terá um foco específico, garantindo que os alunos possam progressivamente construir sua análise crítica e compreensão dos textos. As aulas expositivas promoverão discussões em que os alunos levantarão questões e propostas sobre os temas abordados, culminando na produção de um texto final. Este cronograma permitirá que os alunos desenvolvam suas habilidades de interpretação crítica e de produção textual de forma gradual e contínua.

  • Aula 1: Introdução aos temas de Inclusão e Diversidade na Literatura.
  • Momento 1: Abertura da Aula e Contextualização dos Objetivos (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula cumprimentando os alunos e explicando o objetivo desta sequência didática: entender como a literatura pode ser uma ferramenta poderosa para abordar inclusão e diversidade. Pergunte aos alunos o que entendem por inclusão e diversidade, estimulando uma breve reflexão inicial. É importante que o professor fomente um ambiente aberto e acolhedor, para que os estudantes sintam-se seguros ao expressar suas ideias.

    Momento 2: Introdução aos Autores Estudados (Estimativa: 15 minutos)
    Apresente uma breve introdução biográfica sobre Luiz Gama, Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo. Destaque suas contribuições literárias e o contexto histórico-social de suas obras. Faça isso usando cópias impressas e informações no quadro branco. Sugira que os alunos anotem palavras-chave e reflitam sobre a relevância desses autores no cenário literário e social. Isso ajudará a contextualizar suas futuras leituras críticas.

    Momento 3: Discussão sobre Exemplos de Inclusão e Diversidade na Literatura (Estimativa: 15 minutos)
    Promova um debate aberto sobre como a literatura pode dar voz a grupos marginalizados e como isso influencia a sociedade. Permita que os alunos compartilhem exemplos de inclusão e diversidade que já encontraram em outras obras ou em suas experiências de vida. Observe se os alunos são capazes de relacionar essas ideias com temas contemporâneos. Utilize o quadro branco para mapear as ideias principais surgidas na discussão.

    Momento 4: Conclusão e Encaminhamentos Futuros (Estimativa: 10 minutos)
    Encaminhe a aula para o fechamento, recapitulando os principais pontos discutidos sobre inclusão e diversidade, e como esses conceitos serão aprofundados nas próximas aulas. Explique como a análise das obras selecionadas ajudará a compreender melhor esses temas. Incentive os alunos a refletirem em casa sobre como a literatura pode refletir e transformar a realidade social, preparando-se para a análise detalhada das obras nas aulas seguintes.

  • Aula 2: Análise da obra de Luiz Gama.
  • Momento 1: Início da Aula e Contextualização (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula cumprimentando os alunos e contextualizando a obra de Luiz Gama no cenário literário e histórico brasileiro. Explique brevemente a importância de Luiz Gama como poeta, advogado e militante abolicionista. Use recursos visuais, como fotos dos manuscritos e imagens históricas, para capturar a atenção dos alunos e anote palavras-chave no quadro. É importante que você destaque a relevância de Gama como um dos primeiros escritores negros a desafiar diretamente a escravidão.

    Momento 2: Leitura e Análise Coletiva (Estimativa: 15 minutos)
    Distribua cópias de trechos selecionados das obras de Luiz Gama. Peça para que os alunos façam uma leitura silenciosa durante alguns minutos. Em seguida, escolha trechos importantes para uma leitura coletiva, permitindo que os alunos leiam em voz alta. Interrompa para explicar termos ou passagens complexas, dando um contexto adicional. É importante que você crie um ambiente de troca, onde os alunos possam fazer perguntas e compartilhar interpretações pessoais.

    Momento 3: Discussão em Grupos Pequenos (Estimativa: 15 minutos)
    Divida a turma em grupos de 4 a 5 alunos e solicite que discutam a representação de resistência e crítica social nas obras de Luiz Gama. Cada grupo deve escolher um porta-voz para resumir os pontos discutidos. É essencial que você circule entre os grupos para observar as discussões e intervir quando necessário, incentivando os alunos a usarem exemplos diretos do texto para apoiar suas observações.

    Momento 4: Plenária de Debate e Síntese (Estimativa: 10 minutos)
    Reúna a turma novamente e permita que os porta-vozes dos grupos apresentem suas conclusões. Promova uma discussão aberta sobre as diferentes interpretações e percepções levantadas. Estimule os alunos a refletirem sobre a relevância atual da obra de Luiz Gama e suas mensagens. Finalmente, solicite que cada aluno escreva um breve parágrafo refletindo sobre como a literatura pode influenciar mudanças sociais, fornecendo uma avaliação formativa imediata das reflexões dos alunos.

  • Aula 3: Estudo crítico das narrativas de Carolina Maria de Jesus.
  • Momento 1: Abertura da Aula e Apresentação de Carolina Maria de Jesus (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula saudando os alunos e revendo brevemente os tópicos abordados nas aulas anteriores sobre inclusão e diversidade. Apresente Carolina Maria de Jesus com uma introdução biográfica, destacando suas experiências de vida que influenciaram suas obras literárias. Utilize um quadro branco para anotar as principais etapas de sua vida, incentivando os alunos a perceberem a relevância de sua trajetória no contexto social da época. É importante que você indique como Carolina utilizou a literatura como ferramenta de denúncia social.

    Momento 2: Leitura Coletiva e Análise de Trechos Selecionados (Estimativa: 15 minutos)
    Distribua cópias de trechos selecionados das obras de Carolina Maria de Jesus, como 'Quarto de Despejo'. Peça aos alunos que leiam em voz alta, cada um alternando um parágrafo, para que todos participem. Após a leitura de cada trecho, promova uma discussão orientada, questionando o que os alunos entenderam e quais questões sociais emergem dos textos. Interrompa para esclarecer dúvidas e estender as análises onde necessário, proporcionando um entendimento profundo das mensagens de Carolina.

    Momento 3: Discussão em Pequenos Grupos sobre Contexto e Impacto (Estimativa: 15 minutos)
    Organize os alunos em grupos de 4 a 5 pessoas e atribua a tarefa de discutir a representação das vivências de marginalização nas obras de Carolina Maria de Jesus. Peça que cada grupo elabore uma lista dos principais temas abordados e sua relevância no contexto atual. Como intervenção, circule pela sala, observe as discussões e ofereça suporte aos grupos que enfrentarem dificuldades com as análises. Após as discussões, permita que cada grupo compartilhe suas descobertas com a turma.

    Momento 4: Fechamento e Reflexão Individual (Estimativa: 10 minutos)
    Conclua a aula com uma reflexão guiada. Peça aos alunos que, individualmente, escrevam um curto parágrafo sobre como Carolina Maria de Jesus utilizou sua narrativa para desafiar e criticar a situação social de seu tempo e como isso ressoa com as questões atuais de inclusão e diversidade. Esta escrita servirá tanto como uma forma de avaliação formativa quanto como preparação para a próxima aula. Reforce a importância de valorizar as diferentes perspectivas e vivências na literatura e na vida.

  • Aula 4: Discussão e interpretação das obras de Conceição Evaristo.
  • Momento 1: Abertura e Contextualização das Obras de Conceição Evaristo (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula cumprimentando os alunos e introduzindo Conceição Evaristo, destacando sua relevância no cenário literário contemporâneo. Utilize um quadro branco para anotar pontos-chave sobre a biografia e o contexto histórico-social de suas obras, incentivando os alunos a observarem a diversidade temática e estilística. É importante que você transmita como Evaristo utiliza a literatura para explorar temas de identidade e resistência, e prepare-os para a análise e discussão subsequente.

    Momento 2: Leitura Coletiva e Interpretação de Trechos Selecionados (Estimativa: 15 minutos)
    Distribua cópias de trechos selecionados de obras de Conceição Evaristo. Convide os alunos a lerem em voz alta, alternando entre eles para garantir que todos participem. Após cada trecho, pergunte sobre as primeiras impressões e sentimentos suscitados pela leitura. Forneça esclarecimentos sobre termos e significados complexos, destacando passagens de resistência, empoderamento e reflexão social. Estimule os alunos a relacionarem o texto com experiências pessoais ou fatos contemporâneos, criando um ambiente de diálogo e troca de ideias.

    Momento 3: Discussão em Grupos sobre Temas e Mensagens (Estimativa: 15 minutos)
    Separe os alunos em grupos de 4 a 5 e peça que discutam os temas centrais e mensagens nos textos de Evaristo. Oriente-os a focar na forma como a autora aborda questões raciais, de gênero e sociais, pedindo que cada grupo elabore observações que demonstrem uma interpretação aprofundada dos trechos lidos. Circule entre os grupos, oferecendo apoio e intervenções quando necessário, incentivando uma análise crítica e autorreflexão sobre como essas narrativas se conectam com a sociedade atual.

    Momento 4: Plenária e Fechamento (Estimativa: 10 minutos)
    Reúna novamente toda a turma e permita que cada grupo compartilhe suas reflexões e conclusões. Facilite uma discussão final, destacando as diferentes perspectivas e interpretações apresentadas. Incentive os alunos a refletirem sobre a relevância crítica das narrativas de Evaristo para a compreensão das dinâmicas sociais contemporâneas. Finalize a aula reforçando a importância da literatura como meio de resistência e transformação social. Como tarefa de casa, sugira que escrevam uma reflexão breve sobre a contribuição de Conceição Evaristo para a literatura e a sociedade.

  • Aula 5: Produção de texto crítico-reflexivo e fechamento.
  • Momento 1: Introdução à Produção de Texto (Estimativa: 10 minutos)
    Comece a aula cumprimentando os alunos e explicando que eles irão produzir um texto crítico-reflexivo, estabelecendo uma conexão entre as obras literárias estudadas e questões contemporâneas de inclusão e diversidade. Reforçe a importância do pensamento crítico e da empatia na criação do texto. Oriente os alunos sobre as características de um bom texto crítico-reflexivo, como clareza de argumentos, coesão e reflexão pessoal. Destine os últimos minutos para esclarecer dúvidas gerais sobre a atividade.

    Momento 2: Planejamento e Estruturação do Texto (Estimativa: 15 minutos)
    Peça aos alunos para planejarem seu texto, pensando em como vão relacionar as ideias dos autores estudados com as questões atuais. Sugira que façam um esboço com introdução, desenvolvimento e conclusão para organizar seus pensamentos. Dê suporte individual ao circular pela sala, ajudando na formulação de argumentos claros e nas conexões textuais. Avalie a participação observando o envolvimento dos alunos no planejamento.

    Momento 3: Escrita do Texto Crítico-Reflexivo (Estimativa: 15 minutos)
    Oriente os alunos a começarem a escrever o texto, usando suas anotações e esboços. Incentive uma escrita autêntica, permitindo que suas vozes individuais se destaquem. Observe se os alunos estão aplicando os conceitos discutidos ao longo das aulas e ofereça feedback imediato onde necessário. Durante este tempo, identifique e ajude aqueles que apresentarem dificuldades na escrita.

    Momento 4: Revisão e Compartilhamento (Estimativa: 10 minutos)
    Após a escrita, peça aos alunos para revisarem seus textos, corrigindo erros gramaticais e aprimorando argumentos. Sugira que troquem textos com um colega para que haja uma troca de feedback. É importante que o ambiente permita críticas construtivas e respeito mútuo. Finalize solicitando que dois ou três alunos compartilhem voluntariamente suas reflexões com a turma, promovendo um pequeno debate sobre os textos apresentados. Avalie a fluência e a profundidade das análises.

Avaliação

A avaliação desta atividade será diversificada, com o intuito de engajar os alunos no processo de aprendizado e garantir que os objetivos de aprendizagem sejam atendidos. A principal metodologia avaliativa será a produção de um texto crítico-reflexivo, que permitirá aos alunos demonstrarem sua compreensão dos textos estudados e a crítica sobre temas contemporâneos de inclusão e diversidade. Os critérios de avaliação incluirão a coerência argumentativa, a capacidade de análise crítica, a originalidade e a clareza na expressão de ideias. Além disso, o feedback contínuo durante os debates em classe será utilizado para ajustar e apoiar o desenvolvimento dos alunos, proporcionando uma avaliação formativa e construtiva.

  • Produção de texto crítico-reflexivo.
  • Participação e contribuições durante debates.
  • Feedback contínuo e construtivo.

Materiais e ferramentas:

Para esta atividade, serão utilizados recursos pedagógicos que sustentem a discussão crítica sem a necessidade de tecnologias digitais. Serão fornecidas cópias impressas dos trechos selecionados das obras dos autores estudados, além de material de apoio que norteie a análise e reflexão crítica dos alunos. Esses recursos visam fomentar um ambiente propício ao debate e à participação ativa dos estudantes, enfatizando a leitura e a interpretação crítica como pilares essenciais do aprendizado dessa proposta.

  • Cópias impressas dos textos e trechos literários.
  • Para ter acesso às cópias impressas dos textos e trechos literários, o professor deve procurar a coordenação pedagógica da escola, que poderá auxiliar no processo de reprodução dos materiais necessários. Além disso, os textos e trechos literários a serem estudados podem ser acessados através de edições disponíveis em bibliotecas escolares ou públicas, ou por meio de parcerias com editoras que disponibilizem versões para uso educacional. É fundamental que o professor planeje com antecedência e elabore uma lista dos trechos que deseja trabalhar, assegurando que todos os alunos tenham acesso igualitário ao material impresso durante as aulas.

  • Materiais de apoio para análise crítica.
  • Para acessar os materiais de apoio para análise crítica, o professor pode recorrer a diversas fontes que oferecem conteúdo rico para subsidiar a atividade. Os materiais de apoio, que podem incluir guias de leitura, artigos críticos e fichas de análise, estão disponíveis em bibliotecas escolares ou públicas, onde diversos livros de teoria literária e crítica social podem ser consultados. Além disso, o docente pode buscar materiais online em plataformas educacionais que disponibilizam gratuitamente manuais e textos acadêmicos voltados para o ensino de literatura e crítica social. Esses portais educacionais frequentemente oferecem conteúdo especializado criado por professores ou universidades, com foco na formação continuada. Também é possível entrar em contato com editoras que, por meio de parcerias educacionais, podem fornecer materiais específicos para análise crítica de obras literárias. É crucial que os professores planejem com antecedência e selecionem cuidadosamente os materiais que melhor atendem às necessidades da turma, garantindo que todos os alunos tenham acesso às diversas perspectivas e fontes críticas durante o desenvolvimento da atividade.

  • Quadro branco e marcadores para exposição de ideias.

Inclusão e acessibilidade

Sabemos que, frequentemente, a sobrecarga de trabalho é uma realidade para os educadores. Contudo, é importante que sigamos engajados em garantir a inclusão e acessibilidade para todos os alunos. Nesta atividade, estratégias de comunicação que incluam debates são recomendadas para incentivar a participação de todos, sem a necessidade de adaptações materiais. Práticas que reforcem a ética no respeito às diversas opiniões e experiências de vida devem ser empregadas, promovendo um ambiente seguro e respeitoso. O principal objetivo é assegurar que cada aluno se sinta incluído e motivado a participar de forma ativa nos debates e reflexões propostas.

  • Criação de um ambiente seguro para debates e trocas de experiências.
  • Incentivo ao respeito e escuta ativa entre os alunos.
  • Métodos comunicativos que encorajam participação de todos.

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