Árvore Genealógica dos Povos do Acre

Desenvolvida por: José C… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Artes
Temática: Arte, sociedade e cultura

A atividade proposta intitulada 'Árvore Genealógica dos Povos do Acre' visa engajar os alunos do 2º ano do Ensino Médio em uma investigação histórica e cultural sobre as influências que formaram a identidade social do Acre. A iniciativa tem como objetivo principal a construção de uma árvore genealógica ilustrativa que reflita a diversidade étnica e cultural dos povos que contribuíram para o desenvolvimento da sociedade acreana. Os alunos terão a chance de realizar uma saída de campo ao Museu da Cabanagem, um espaço de significância cultural e histórica, onde poderão coletar informações valiosas, fotografias e artefatos que ajudarão na visualização da árvore genealógica. Durante essa saída, entrevistarão historiadores locais, o que contribuirá para o desenvolvimento de habilidades de comunicação e investigação. Este projeto busca promover a compreensão das interdependências culturais e sociais, além de fomentar o respeito e valorização das várias contribuições culturais à identidade regional. A atividade está alinhada ao desenvolvimento da empatia e ao fortalecimento da interculturalidade no ambiente escolar, estimulando os alunos a reconhecerem as diferentes raízes culturais presentes no estado e o quanto elas são essenciais para o fortalecimento de uma sociedade plural e democrática.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem desta atividade estão focados no fortalecimento da compreensão cultural e histórica dos alunos, levando-os a valorizar a diversidade e a complexidade das interações sociais. Além disso, a atividade pretende desenvolver habilidades como a comunicação, através de entrevistas e discussões, e a capacidade de análise crítica ao examinar as interconexões culturais. Ao executar esta atividade, os alunos devem aprimorar sua capacidade de pesquisar e sintetizar informações, de forma a produzirem uma representação visual que ilustre a riqueza cultural do Acre. O projeto também visa incentivar o desenvolvimento do respeito pela diversidade e a apreciação das diferentes contribuições para a sociedade contemporânea, fomentando um ambiente escolar inclusivo e aberto. Os estudantes serão desafiados a trabalhar de maneira colaborativa, trocando informações e ideias para construir em conjunto um panorama histórico-cultural significativo e contextualizado.

  • Valorizar e compreender a diversidade cultural e étnica do Acre.
  • Desenvolver habilidades de pesquisa e comunicação oral através de entrevistas.
  • Promover o respeito e a valorização das diferentes contribuições culturais.

Habilidades Específicas BNCC

  • EM13LP20: Compartilhar gostos, interesses, práticas culturais, temas/ problemas/questões que despertam maior interesse ou preocupação, respeitando e valorizando diferenças, como forma de identificar afinidades e interesses comuns, como também de organizar e/ou participar de grupos, clubes, oficinas e afins.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático deste plano de aula abrange conceitos fundamentais de história e cultura, com foco específico na formação social do Acre e as diversas identidades culturais que contribuíram para tal. Esta atividade integra conteúdos de investigação histórica e apreciação cultural, abordando a necessidade de compreender as influências de povos indígenas, africanos, europeus e outros grupos imigrantes. De forma prática, os alunos aprenderão sobre metodologias de pesquisa histórica, técnicas de entrevista e a elaboração de diálogos reflexivos sobre identidade e diversidade. Ao longo do projeto, eles explorarão mapas genealógicos e métodos de representação visual para traduzir suas descobertas em diagramas significativos. Este conteúdo é projetado para proporcionar uma aprendizagem experiencial através da interação direta com ambientes históricos e vozes autênticas, conectando teoria à prática de modo interdisciplinar.

  • História da formação cultural e social do Acre.
  • Metodologias de pesquisa histórica e cultural.
  • Técnicas de representação visual e construção de mapas genealógicos.

Metodologia

A metodologia proposta para esta atividade baseia-se na pesquisa orientada e na aprendizagem experiencial, promovendo a imersão dos alunos na realidade histórica-cultural por meio de uma saída de campo. Fizemos uso de metodologias ativas ao focar na solução de problemas e na investigação colaborativa. A saída ao Museu da Cabanagem servirá como catalisador para a curiosidade dos alunos, enquanto as entrevistas desempenham um papel crucial no exercício de habilidades comunicativas e investigativas. Essa abordagem traz os conteúdos discutidos em sala de aula para um contexto real, facilitando a ligação teórica e prática. O uso de ferramentas visuais para construir a árvore genealógica estimula o aprendizado criativo, enquanto o trabalho em grupos promove a colaboração e a troca de saberes entre os alunos.

  • Pesquisa orientada e aprendizagem experiencial.
  • Saída de campo ao Museu da Cabanagem.
  • Trabalho colaborativo para a construção de árvores genealógicas.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma da atividade é cuidadosamente planejado para otimizar o tempo disponível e garantir uma experiência de aprendizagem rica para os alunos. Será conduzida em uma única aula de 60 minutos, evitando interrupções e permitindo imersão total no contexto histórico e cultural explorado. Durante a saída de campo, os alunos terão a oportunidade de interagir com historiadores locais e explorar o museu, permitindo uma vivência prática dos conteúdos discutidos previamente em sala de aula. Este cronograma foi estruturado para integrar de forma eficiente a visita ao museu, as entrevistas e a análise dos dados coletados, promovendo uma sequência lógica e natural das atividades que facilita a compreensão e retenção do conhecimento por parte dos alunos.

  • Aula 1: Realização da saída de campo ao Museu da Cabanagem, incluindo entrevistas e coleta de dados históricos e culturais.
  • Momento 1: Introdução e Preparação para a Saída de Campo (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula introduzindo o conceito da atividade 'Árvore Genealógica dos Povos do Acre'. Explique a importância da visita ao Museu da Cabanagem como uma oportunidade de aprendizado experiencial. Organize os alunos em grupos para facilitar a coleta de dados e esclareça quais serão as responsabilidades de cada grupo durante a saída de campo. É importante que cada grupo defina papéis claros, como quem entrevistará os historiadores locais e quem será responsável por registros audiovisuais. Observe se os alunos estão familiarizados com os equipamentos que vão usar, como tablets ou smartphones.

    Momento 2: Visita Guiada e Coleta de Dados no Museu (Estimativa: 40 minutos)
    Durante a visita ao Museu da Cabanagem, permita que os alunos explorem inicialmente o espaço livremente, observando exposições e artefatos que considerem relevantes para a construção da árvore genealógica. Proporcione um tempo para que cada grupo faça entrevistas com os historiadores locais, incentivando perguntas que ajudem a descobrir mais sobre as influências culturais e sociais do Acre. Estimule os alunos a documentarem suas percepções através de notas ou gravações. É crucial que você circule entre as equipes, oferecendo suporte e garantindo que todos estejam participando ativamente. Sugira que os alunos utilizem métodos variados de registro, como fotografias e vídeos, sempre respeitando as diretrizes do museu.

    Momento 3: Reflexão e Compartilhamento de Experiências (Estimativa: 10 minutos)
    Após a coleta de dados, reúna a turma em um local apropriado do museu ou na escola para uma breve sessão de reflexão e compartilhamento. Permita que cada grupo relate suas descobertas e experiências. Avalie a participação de cada aluno observando o engajamento e a qualidade das interações com os historiadores. Oriente os alunos a discutirem como as informações coletadas podem ser usadas na construção de suas árvores genealógicas. Reforce a importância da atividade no contexto do respeito e valorização cultural.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Incentive a formação de duplas ou grupos mistos que possam incluir alunos que possam necessitar de apoio maior, permitindo que estes tenham uma experiência mais rica através do apoio dos colegas. Considere a possibilidade de providenciar guias em áudio ou assistência personalizada para alunos com dificuldades de leitura ou mobilidade. Garanta que todos os alunos tenham acesso aos recursos audiovisuais. Use linguagem clara e seja paciente durante a explicação das atividades, assegurando que todos compreendam suas tarefas. Encoraje o uso de aplicativos com recursos de acessibilidade para ajudar na documentação e comunicação.

Avaliação

A avaliação desta atividade será diversificada e compreende diferentes métodos para capturar a profundidade do aprendizado dos alunos e sua interação com o tema. Como uma primeira abordagem, o uso de portfólio reflexivo será incentivado, permitindo que os alunos documentem suas experiências e reflexões sobre o projeto de forma contínua e crítica. 1. Objetivo: Avaliar o desenvolvimento do reconhecimento da diversidade cultural e as habilidades de pesquisa dos alunos. 2. Critérios de Avaliação: A clareza e a diversidade de fontes, a profundidade das reflexões e a capacidade de conectar essas reflexões com o aprendizado adquirido durante a saída de campo. 3. Exemplo Prático: Após a saída de campo, os alunos preencherão um diário reflexivo, registrando insights e aprendizagens significativas alcançadas durante as entrevistas e a exploração do museu. Além disso, a apresentação oral da árvore genealógica construída será outra ferramenta de avaliação formativa. 1. Objetivo: Medir a compreensão dos alunos sobre as inter-relações culturais e sua capacidade de comunicação e apresentação em público. 2. Critérios de Avaliação: Estrutura da apresentação, pertinência e precisão das informações, clareza na exposição e interação com a plateia. 3. Exemplo Prático: Os alunos serão convidados a apresentar sua árvore genealógica em sala, compartilhando suas descobertas com a turma e respondendo a perguntas que possam surgir, estimulando o pensamento crítico e a troca de conhecimentos entre os pares.

  • Portfólio reflexivo documentando a experiência do aluno.
  • Apresentação oral da árvore genealógica construída.

Materiais e ferramentas:

A atividade exigirá a utilização de diversos recursos pedagógicos e tecnológicos para um aprendizado mais envolvente e eficiente. A visita ao Museu da Cabanagem será central, fornecendo aos alunos materiais históricos visuais e contextuais de grande valor educativo. Recursos tecnológicos como tablets ou smartphones podem ser utilizados para registrar fotografias e vídeos durante a saída de campo, que serão úteis na construção da árvore genealógica. A infraestrutura da escola, incluindo salas equipadas com computadores e projetores, servirá para a análise e organização dos dados coletados e a apresentação final. A colaboração com historiadores locais será um recurso adicional crítico, providenciando informações valiosas e suporte ao processo investigativo dos alunos.

  • Visita ao Museu da Cabanagem.
  • Uso de tablets ou smartphones para registros audiovisuais.
  • Colaboração com historiadores locais.

Inclusão e acessibilidade

Sabemos dos muitos desafios que os professores enfrentam em seu dia a dia, mas é crucial assegurar que todos os alunos tenham acesso igualitário à atividade proposta. Embora nenhum aluno tenha deficiência específica listada, apresentamos algumas estratégias para garantir a inclusão plena de todos os participantes. Incentivamos o uso de grupos heterogêneos, permitindo a troca de conhecimento entre alunos com diferentes capacidades e perspectivas. As informações coletadas durante a saída de campo podem ser traduzidas em materiais de fácil leitura e compreensão, garantindo a todos o acesso ao conteúdo apresentado. Criar um ambiente onde todos se sintam confortáveis para expressar suas dúvidas e usufruir dos recursos disponíveis é essencial para assegurar uma experiência inclusiva e enriquecedora para cada aluno. Monitorar o progresso dos alunos continuamente e ajustar atividades conforme necessário é uma boa prática para manter o envolvimento de todos.

  • Uso de grupos heterogêneos para promover colaboração.
  • Desenvolvimento de materiais de fácil compreensão.
  • Monitoramento contínuo do progresso dos alunos.

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