Brincadeira de Formas e Movimentos

Desenvolvida por: Edson … (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Educação Física
Temática: Ginásticas

Nesta atividade, os alunos irão explorar combinações de diferentes elementos da ginástica geral, como equilíbrios, saltos, giros e acrobacias, utilizando materiais diversos. As crianças trabalharão em grupos para criar coreografias inspiradas em temas do cotidiano. Durante cinco aulas, eles experimentarão os elementos, fruirão das combinações em conjunto e apresentarão as coreografias desenvolvidas.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem desta atividade estão centrados no desenvolvimento das habilidades corporais e sociais dos alunos. Através do trabalho colaborativo, a atividade busca incentivar as crianças a experimentar e criar combinações criativas utilizando os elementos da ginástica geral. Além disso, os alunos terão a oportunidade de planejar estratégias, reconhecendo suas capacidades físicas e a importância de procedimentos de segurança. A elaboração de coreografias inspiradas em temas cotidianos permitirá que os alunos expressem sua criatividade e trabalhem a articulação de ideias, habilidades fundamentais que permeiam o ensino fundamental.

  • Experimentar e fruir de combinações da ginástica geral.
  • Planejar e utilizar estratégias para desafios de execução.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF35EF07: Experimentar e fruir, de forma coletiva, combinações de diferentes elementos da ginástica geral (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem materiais), propondo coreografias com diferentes temas do cotidiano.
  • EF35EF08: Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios na execução de elementos básicos de apresentações coletivas de ginástica geral, reconhecendo as potencialidades e os limites do corpo e adotando procedimentos de segurança.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático desta atividade inclui o desenvolvimento de movimentos ginásticos básicos que englobam equilíbrios, saltos, giros e acrobacias. Estes elementos serão aprendidos e aperfeiçoados ao longo das aulas com a proposta de criação de coreografias coletivas. Além disso, as aulas incluirão discussões sobre segurança, planejamento estratégico e exploração de temas, para garantir que os alunos compreendam a aplicação prática dos movimentos e o papel do trabalho em equipe. A abordagem prática será complementada por momentos de reflexão individual e coletiva, fundamentando-se nas diretrizes da BNCC para a Educação Física no ensino fundamental.

  • Desenvolvimento de movimentos ginásticos: equilíbrios, saltos, giros e acrobacias.
  • O desenvolvimento de movimentos ginásticos como equilíbrios, saltos, giros e acrobacias é essencial para promover a coordenação motora, a consciência corporal e o trabalho em equipe entre os alunos do 4º ano do Ensino Fundamental. Durante as aulas, os estudantes terão a oportunidade de explorar cada um desses elementos de forma prática e interativa. A introdução aos equilíbrios focará no entendimento do centro de gravidade e na distribuição do peso corporal para manter posturas estáveis. Exemplos práticos incluem equilibrar-se em uma perna só e caminhar sobre uma linha reta ou barra de equilíbrio improvisada. Para os saltos, os alunos trabalharão técnicas básicas, como impulsão e aterrissagem segura, com atividades como salto em distância ou pular de obstáculos baixos. Isso permitirá que compreendam a importância da força e do controle na execução dos movimentos.

    Giros serão introduzidos de maneira progressiva, começando com rotações em torno do próprio eixo em pé e avançando para giros simples no chão ou com o uso de equipamentos, como bambolês. Essas atividades incentivam o desenvolvimento de uma percepção espacial aguçada e o controle do corpo em movimento. As acrobacias, por sua vez, serão orientadas por uma abordagem cuidadosa para garantir a segurança dos alunos, começando com movimentos simples como o rolamento para frente e rolamento para trás. Conforme os alunos ganham confiança e habilidade, poderão experimentar variações mais complexas, sempre com o apoio e supervisão adequados para evitar lesões. Todas essas práticas serão realizadas de maneira lúdica, utilizando colchonetes e aros, estimulando a criatividade e o aprendizado colaborativo entre os colegas.

  • Criação de coreografias coletivas integrando os movimentos aprendidos.
  • A criação de coreografias coletivas integrando os movimentos aprendidos é um processo enriquecedor para os alunos, pois promove a criatividade, o planejamento em grupo e a aplicação prática das habilidades adquiridas. Neste contexto, os alunos trabalharão em equipes para conceber coreografias que envolvam os elementos de equilíbrio, saltos, giros e acrobacias aprendidos nas aulas anteriores. Essa atividade incentiva os estudantes a colaborarem e negociarem entre si, discutindo ideias de movimentos e formas de expressão corporal que melhor representem o tema escolhido pela equipe. Ao planejar a coreografia, os alunos serão encorajados a discutir e integrar seus conhecimentos prévios, considerando o ritmo, a fluidez e a coerência dos movimentos para criar uma performance harmoniosa e coesa.

    Durante o processo de criação, é essencial fornecer diretrizes e apoio, permitindo que os grupos tenham autonomia para experimentar diferentes combinações e fazer ajustes conforme necessário. Os alunos poderão explorar diversos temas do cotidiano, como escola, parques ou atividades familiares, como fonte de inspiração para suas coreografias. É fundamental que a atividade seja realizada em um ambiente seguro e de apoio, onde a comunicação entre os colegas seja estimulada e todos sintam que suas contribuições são valorizadas. Ao finalizar suas criações, os grupos terão a chance de ensaiar e preparar suas apresentações, se concentrando não apenas na técnica dos movimentos, mas também na expressão facial e corporal, elementos que enriquecem a apresentação e comunicam a mensagem desejada ao público.

    Este processo culmina em uma apresentação para a turma, onde cada grupo terá a oportunidade de mostrar sua coreografia. Após cada apresentação, será promovido um momento de feedback coletivo, proporcionando uma discussão saudável e construtiva sobre os pontos fortes e áreas de melhoria em cada performance. Essa interação ajuda os alunos a desenvolverem uma apreciação mais profunda pelas habilidades e ideias de seus pares, além de incentivar uma reflexão crítica sobre suas próprias experiências e aprendizagens. Esse método pedagógico não só reforça os aspectos técnicos da ginástica geral, mas também promove habilidades sociais, como empatia, comunicação e colaboração, preparando os alunos para outros desafios acadêmicos e pessoais.

Metodologia

As metodologias a serem aplicadas nesta atividade focarão no aprendizado ativo e colaborativo. Através de uma abordagem prática, os alunos serão incentivados a explorar os movimentos ginásticos tanto individualmente quanto em grupo. A experimentação será fundamental, permitindo que as crianças percebam suas potencialidades e limitações. A criação de coreografias em grupos servirá como um instrumento de aprendizagem ativa, onde a negociação, o planejamento e a execução será parte do processo de ensino. Além disso, a prática reflexiva será uma constante, com momentos dedicados à autoavaliação e avaliação dos pares, promovendo o desenvolvimento de um olhar crítico sobre o próprio desempenho e respeito pelo trabalho alheio.

  • Aprendizado ativo e colaborativo focando na ginástica.
  • O aprendizado ativo e colaborativo focando na ginástica é uma abordagem que incentiva os alunos a se envolverem de maneira direta e cooperativa no processo de ensino e aprendizado. Essa metodologia permite que os alunos do 4º ano do Ensino Fundamental desenvolvam habilidades práticas em ginástica através de atividades que os colocam no centro do processo educativo. Durante as aulas, são formados pequenos grupos, onde os alunos têm a oportunidade de trabalhar juntos para explorar e executar uma variedade de movimentos ginásticos, como equilíbrios, saltos, giros e acrobacias. Essa interação em grupo promove o aprendizado mútuo, já que os alunos compartilham conhecimentos, oferecem apoio e encorajamento uns aos outros.

    Nessa abordagem, o professor atua como facilitador, orientando os alunos e fornecendo suporte contínuo enquanto eles desenvolvem suas habilidades. O ambiente de aprendizado estimula a autonomia dos estudantes, permitindo-lhes tomar decisões sobre como aplicar os movimentos aprendidos em novas combinações criativas. Por exemplo, ao explorar os saltos, os alunos podem decidir quais técnicas desejam focar e como integrar esses movimentos em uma sequência de passos significativos. Essa liberdade de escolha pode aumentar o engajamento e a motivação dos alunos, já que eles se tornam protagonistas de seu próprio aprendizado.

    Além disso, o aprendizado ativo e colaborativo na ginástica ajuda a desenvolver importantes competências socioemocionais nos alunos, como comunicação efetiva, resolução de problemas, e habilidades de liderança. Ao colaborar para alcançar objetivos comuns, os alunos aprendem a negociar, dar e receber feedback, e apreciar diferentes perspectivas e habilidades. Essa abordagem não só aprimora as capacidades físicas dos alunos, mas também promove um senso de pertencimento e comunidade dentro da sala de aula, criando um ambiente de aprendizado inclusivo e enriquecedor para todos.

  • Prática reflexiva e autoavaliação para desenvolvimento pessoal.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma da atividade será distribuído em cinco aulas de 60 minutos cada. A primeira aula introduz os elementos básicos da ginástica e a proposta do projeto. Nas duas aulas seguintes, os alunos praticam e experimentam os movimentos aprendidos. A quarta aula é dedicada à criação das coreografias inspiradas em temas do cotidiano. Por fim, na quinta aula, as coreografias são apresentadas à turma, seguida de uma sessão de feedback coletivo e autoavaliação.

  • Aula 1: Introdução aos elementos da ginástica e proposta da atividade.
  • Momento 1: Acolhida e Contextualização (Estimativa: 10 minutos)
    Recepcione os alunos e explique o objetivo da aula. Comente sobre a importância da ginástica, destacando os benefícios para a saúde e a diversão proporcionada por essa atividade. Pergunte se alguém já teve alguma experiência com ginástica e incentive a partilha.

    Momento 2: Apresentação dos Elementos da Ginástica (Estimativa: 15 minutos)
    Explique os principais movimentos ginásticos: equilíbrios, saltos, giros e acrobacias. Use demonstrações simples ou vídeos curtos para ilustrar. É importante que todos compreendam os conceitos básicos antes de iniciar a prática. Conduza uma discussão perguntando quais desses elementos eles já conhecem ou praticaram.

    Momento 3: Explorando os Movimentos na Prática (Estimativa: 20 minutos)
    Disponibilize colchonetes e aros e divida a turma em grupos pequenos. Dê um tempo para que experimentem os movimentos básicos apresentados. Circule entre os grupos, dando feedback e assegurando a segurança de todos. Permita que compartilhem suas impressões após a prática.

    Momento 4: Proposta da Atividade Principal (Estimativa: 10 minutos)
    Explique que, ao longo das próximas aulas, eles trabalharão em grupos para criar coreografias usando os elementos da ginástica. Detalhe os passos que serão seguidos e os objetivos esperados. Deixe claro que a colaboração e a criatividade serão essenciais. Encoraje perguntas.

    Momento 5: Fechamento e Reflexão (Estimativa: 5 minutos)
    Recolha as percepções dos alunos sobre a aula e o que aprenderam. Faça perguntas para estimular a reflexão, como 'Qual movimento foi mais desafiador?' ou 'Como se sentiram colaborando com o grupo?'. Conclua reforçando a importância da prática e o que esperar para a próxima aula.

  • Aula 2: Prática e experimentação dos movimentos ginásticos.
  • Momento 1: Revisão dos Movimentos (Estimativa: 10 minutos)
    Comece a aula relembrando os alunos sobre os movimentos ginásticos aprendidos na aula anterior: equilíbrios, saltos, giros e acrobacias. É importante que os alunos se lembrem do que foi discutido e demonstrado anteriormente. Incentive os alunos a compartilhar o que mais gostaram ou tiveram dificuldades.

    Momento 2: Demonstração e Correção dos Movimentos (Estimativa: 15 minutos)
    Divida a turma em grupos pequenos e escolha alguns alunos para demonstrar os movimentos básicos na frente da turma. Permita que os colegas ofereçam feedback construtivo sob sua supervisão. Observe se os alunos estão executando os movimentos corretamente e ofereça ajustes e dicas individuais para melhorar a segurança e a eficácia.

    Momento 3: Prática Guiada em Grupos (Estimativa: 20 minutos)
    Disponibilize colchonetes e aros, e organize os alunos em grupos que realizarão práticas dos movimentos aprendidos. Atente-se para que todos tenham a oportunidade de experimentar cada elemento, orientando e incentivando a colaboração e a comunicação entre os integrantes do grupo. Circule entre os grupos e ofereça apoio e feedback pontual.

    Momento 4: Discussão em Grupo e Exploração de Novos Desafios (Estimativa: 10 minutos)
    Reúna os alunos para uma discussão sobre a prática realizada. Pergunte quais movimentos foram mais desafiadores e como eles se sentiram colaborando com o grupo. Proponha a introdução de variações ou novos desafios nos movimentos para explorar suas habilidades e criatividade.

    Momento 5: Fechamento e Reflexão (Estimativa: 5 minutos)
    Finalize a aula com uma reflexão sobre o que foi aprendido. Passe por cada grupo pedindo uma breve fala sobre a atividade do dia. Reforce a importância da prática contínua e da cooperação entre os colegas para o desenvolvimento das habilidades ginásticas.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Considere oferecer orientações visuais e verbais para alunos com dificuldades de compreensão auditiva ou visual. Faça adaptações de ritmo, permitindo que alunos com diferentes níveis de habilidade sigam suas próprias velocidades de aprendizado. Se algum aluno apresentar dificuldade em realizar movimentos específicos, sugira formas alternativas de participação, como orientar um colega ou oferecer feedback, garantindo que todos se sintam incluídos e valorizados. Incentive o uso da colaboração entre os alunos para estimular um ambiente acolhedor e de apoio mútuo.

  • Aula 3: Continuação da prática dos movimentos.
  • Momento 1: Revisão e Aquecimento (Estimativa: 10 minutos)
    Comece a aula revisando rapidamente os movimentos ginásticos trabalhados nas aulas anteriores. Faça perguntas aos alunos para lembrá-los dos nomes e características de cada movimento. Em seguida, realize um aquecimento geral envolvendo alongamentos e movimentos leves para preparar o corpo para a prática, garantindo a segurança e prevenindo lesões.

    Momento 2: Prática em Pequenos Grupos (Estimativa: 20 minutos)
    Divida os alunos em grupos de três ou quatro. Oriente-os a praticar e refinar os movimentos de equilíbrios, saltos, giros e acrobacias. Circule entre os grupos observando e ofereça suporte, destacando aspectos técnicos importantes. Incentive cada grupo a explorar variações dos movimentos básicos, procurando novas formas de execução. Avalie o engajamento e a criatividade dos alunos, proporcionando feedback positivo e construtivo.

    Momento 3: Desafios Intergrupais (Estimativa: 15 minutos)
    Organize desafios entre os grupos. Solicite a cada grupo que escolha um movimento ou combinação de movimentos para apresentar aos colegas. Após cada apresentação, permita que os grupos ofereçam feedback uns aos outros, promovendo uma discussão saudável e construtiva. É importante que todos os alunos participem ativamente, compartilhando suas impressões e aprendendo com a experiência dos colegas.

    Momento 4: Fechamento e Autoavaliação (Estimativa: 10 minutos)
    Conclua a aula reunindo todos os alunos para refletirem sobre o que aprenderam. Proponha que cada aluno faça uma autoavaliação sobre seu desempenho e colaboração nos grupos, destacando o que mais gostaram e os desafios que enfrentaram. Estimule a troca de feedback entre colegas, reforçando a importância da cooperação e da comunicação para o desenvolvimento das habilidades ginásticas.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para garantir inclusão, ofereça instruções claras e visuais para alunos que possam ter dificuldades de compreensão auditiva. Se necessário, adapte os movimentos para diferentes níveis de habilidade, permitindo que alunos realizem variações mais simples ou complexas conforme sua capacitação. Incentive a colaboração dentro dos grupos, de modo que todos os alunos se sintam parte importante do processo, e ofereça o papel de líder ou orientador aos que apresentam maior facilidade, promovendo um ambiente de apoio mútuo. Lembre-se de ajustar o ritmo conforme necessário para atender às necessidades de todos os alunos e garantir que cada um participe ativamente, conforme sua capacidade.

  • Aula 4: Criação das coreografias com temas do cotidiano.
  • Momento 1: Introdução ao Tema e Organização dos Grupos (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula explicando que eles criarão coreografias inspiradas em temas do cotidiano, como escola, parque ou família. Divida os alunos em grupos de 4 a 5 integrantes e peça que discutam um tema para sua coreografia. Ofereça exemplos e permita que os alunos compartilhem ideias.

    Momento 2: Planejamento da Coreografia (Estimativa: 15 minutos)
    Instrua os grupos a planejar os movimentos ginásticos que desejam incluir em sua coreografia. Dê ênfase à integração dos movimentos de equilíbrios, saltos, giros e acrobacias ensinados nas aulas anteriores. Circule entre os grupos, oferecendo sugestões e ajudando na organização das ideias. Observe a participação de todos os membros do grupo e ofereça feedback positivo.

    Momento 3: Ensaio das Coreografias (Estimativa: 20 minutos)
    Disponibilize colchonetes e aros para que os grupos ensaiem suas coreografias. É importante que eles experimentem diferentes combinações e definam uma sequência final. Ajude os alunos a coordenar seus movimentos e a trabalhar em conjunto. Permita que cada grupo apresente sua sequência para o outro em um pequeno ensaio interno, promovendo a troca de impressões.

    Momento 4: Apresentação Parcial e Feedback Coletivo (Estimativa: 10 minutos)
    Peça que cada grupo apresente seu progresso até o momento, mesmo que de forma parcial. Após cada apresentação, conduza um momento de feedback coletivo, onde os outros grupos podem oferecer sugestões de melhorias e elogios. Incentive uma comunicação respeitosa e construtiva entre os colegas.

    Momento 5: Reflexão e Fechamento (Estimativa: 5 minutos)
    Finalize a aula convidando os grupos a refletirem sobre o que aprenderam durante o processo criativo. Pergunte sobre os desafios enfrentados e o que gostariam de melhorar. Reforce a importância da colaboração e criatividade para o resultado final das coreografias. Indique o que deve ser trabalhado na próxima aula para a apresentação final.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para garantir a inclusão e acessibilidade, ofereça aos alunos maiores dificuldades em executar os movimentos a chance de coordenarem o grupo ou dirigirem as ideias da coreografia. Use explicações visuais e auditivas para apoiar diferentes estilos de aprendizagem. Mantenha um ambiente de apoio mútuo, incentivando todos a participarem conforme suas capacidades. Esteja preparado para ajustar o ritmo das atividades, permitindo que todos acompanhem e participem ativamente do desenvolvimento das coreografias.

  • Aula 5: Apresentação das coreografias e feedback.
  • Momento 1: Preparação para Apresentação (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula organizando o espaço para as apresentações das coreografias. Disponha os colchonetes e aros de forma que cada grupo tenha seu espaço definido. Explique aos alunos a importância de respeitar o tempo e o espaço de cada grupo durante as apresentações. Oriente os grupos a realizarem exercícios leves de aquecimento para evitar lesões.

    Momento 2: Apresentação das Coreografias (Estimativa: 30 minutos)
    Permita que cada grupo apresente sua coreografia para o restante da turma. É importante que você crie um ambiente de apoio, onde todos se sintam confortáveis para executar suas ideias. Observe se os movimentos incorporados durante as aulas foram aplicados de forma coerente. Dê feedback positivo a cada apresentação, destacando os pontos fortes de cada grupo e incentivando a criatividade e o trabalho em equipe.

    Momento 3: Feedback Coletivo e Discussão (Estimativa: 15 minutos)
    Após as apresentações, conduza uma sessão de feedback coletivo. Pergunte aos alunos o que eles acharam das coreografias e incentive-os a oferecer elogios e sugestões construtivas aos colegas. É um bom momento para discutir quais elementos foram mais desafiadores de incluir e como a colaboração impactou no resultado final. Promova um ambiente de respeito e encorajamento durante essa troca de opiniões.

    Momento 4: Reflexão Final e Autoavaliação (Estimativa: 5 minutos)
    Finalize a aula pedindo aos alunos que reflitam sobre suas aprendizagens e experiências pessoais ao longo das atividades de ginástica. Incentive cada um a fazer uma autoavaliação sobre seu desempenho e contribuição para o grupo, destacando as dificuldades superadas e as habilidades desenvolvidas. Reforce a importância da prática contínua e da colaboração entre os colegas.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Mesmo sem uma necessidade específica declarada, incentive os alunos a colaborarem entre si, oferecendo apoio, especialmente para aqueles que talvez sintam menor confiança em apresentar-se. Utilize linguagem clara e acessível e assegure-se de que o ritmo da aula permite a participação de todos. Permita que alunos com habilidades diferenciadas participem de acordo com seu conforto, seja orientando movimentações, sendo parte do apoio técnico do grupo ou participando como público ativo e encorajador. Crie um ambiente onde cada um se sinta parte vital do grupo e contribua de alguma forma, promovendo um senso de pertencimento e colaboração.

Avaliação

O processo avaliativo será contínuo e diversificado, abrangendo avaliações formativas e somativas para garantir que os objetivos de aprendizagem sejam alcançados. As avaliações incluirão 1) observação contínua durante as atividades práticas para verificar a participação e engajamento dos alunos, 2) autoavaliação, onde cada aluno refletirá sobre seu desempenho e contribuições ao grupo, e 3) avaliação de pares, incentivando o desenvolvimento do pensamento crítico e empatia entre colegas. Critérios objetivos, como a correta execução dos movimentos e a criatividade na composição das coreografias, serão considerados. Feedbacks construtivos serão oferecidos de forma a apoiar o desenvolvimento contínuo dos alunos, adaptando critérios para assegurar inclusão e apoio individualizado conforme necessário.

  • Observação contínua e feedback construtivo.
  • Autoavaliação e avaliação de pares para reflexões pessoais e coletivas.

Materiais e ferramentas:

Os recursos necessários para a execução da atividade incluem materiais de ginástica, como colchonetes e aros, que facilitarão a prática segura dos movimentos propostos. A sala de aula deverá ter espaço amplo suficiente para a movimentação dos alunos. Além disso, músicas e temas que inspirem as coreografias deverão ser selecionados antecipadamente. Incentiva-se o uso de tecnologia para gravação e análise das apresentações, permitindo que os alunos revisitem suas performances e observem o seu progresso. Todo recurso utilizado busca enriquecer a aprendizagem, promovendo um ambiente lúdico e seguro para a experimentação.

  • Materiais de ginástica: colchonetes, aros.
  • Gravação e análise de apresentações.

Inclusão e acessibilidade

Entendemos os desafios enfrentados pelos professores no cotidiano escolar, entre eles, a implementação de práticas que garantam a inclusão e acessibilidade de todos os estudantes. Assim, apresentamos algumas sugestões práticas para que a atividade atenda às diferentes necessidades dos alunos, sem exigir grandes recursos ou tempo adicional significativo. Na ausência de deficiências ou condições específicas na turma, sugere-se a promoção de um ambiente acolhedor e representativo, garantindo que todas as vozes sejam ouvidas. Assegurar que todos os alunos participem igualmente nas atividades práticas e no momento de reflexão coletiva é vital para promover equidade. Oferecer espaço para diálogos sobre a importância da empatia e da colaboração pode reforçar a inclusão e o respeito mútuo. Atividades integradoras e mobilizadoras da experiência dos alunos, tanto no âmbito emocional quanto social, serão fundamentais para desenvolver ambientes seguros e respeitosos.

  • Promoção de um ambiente acolhedor e cooperativo.
  • Diálogos sobre empatia e colaboração para reforçar o respeito.

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