A atividade 'Oficina de Fake News: Verdade ou Mentira?' convida os alunos para um exercício de descrição e análise crítica através da criação de pequenas notícias. Baseando-se em eventos fictícios e envolvendo elementos reais, os estudantes serão estimulados a trabalhar em grupos para desenvolver suas matérias. Posteriormente, cada grupo apresentará suas notícias ao restante da turma, que será desafiada a identificar quais delas são verdadeiras e quais são falsas. Este exercício visa ampliar a capacidade dos alunos de ler e interpretar textos, bem como aguçar suas habilidades de análise crítica frente às informações apresentadas. Além disso, a atividade tem como intuito fomentar discussões respeitosas e a convivência colaborativa entre os alunos, aspectos fundamentais para o desenvolvimento socioemocional na idade escolar. Assim, ao misturar realidade e ficção, a atividade propõe um debate sobre desinformação, parcialidade, e as escolhas de linguagem usadas em textos jornalísticos, permitindo aos alunos exercitar sua capacidade de discernimento e avaliação crítica de informações na era digital.
O objetivo principal da 'Oficina de Fake News: Verdade ou Mentira?' é capacitar os alunos a identificarem e questionarem a imparcialidade e a possível desinformação presente nos textos jornalísticos. Ao realizar a atividade, os educandos não apenas praticarão a produção textual, mas, sobretudo, desenvolverão uma postura crítica frente aos textos que consomem. Espera-se que, ao fim da atividade, os alunos compreendam as complexidades associadas à neutralidade no jornalismo e se tornem mais aptos a reconhecer diferentes graus de parcialidade em textos informativos. Este projeto pedagógico busca, além disso, fortalecer a habilidade dos estudantes em ler e interpretar textos com vocabulário diversificado e também promover a escrita de resumos e narrativas coesas, utilizando metodologias ativas que ampliem a significância do aprendizado.
O conteúdo programático da atividade inclui o estudo dos elementos que constituem a estrutura de uma notícia, distinção entre fato e opinião, e reconhecimento da linguagem jornalística. Durante as discussões, os alunos aprenderão a identificar elementos de parcialidade nos textos, compreendendo como as escolhas de escritores podem direcionar a interpretação da informação. Serão promovidos debates sobre a importância da ética jornalística e da transparência na divulgação de informações. Além disso, a oficina oferecerá suporte para que os alunos desenvolvam suas capacidades de escrita e de diálogo construtivo, fundamentais para a elaboração dos textos e troca de ideias durante a atividade.
A atividade será organizada por meio de uma metodologia colaborativa, onde os alunos serão divididos em grupos para criação e apresentação de suas notícias. Esta abordagem visa incentivar a troca de ideias e a cooperação, sendo essencial para o desenvolvimento de habilidades sociais e comunicação eficaz. Além disso, estratégias de questionamento reflexivo serão utilizadas para guiar os alunos no processo de identificação de desinformação e parcialidade nos textos criados. Através de discussões dirigidas e reflexões em grupo, espera-se que os alunos confrontem, de forma crítica, as informações produzidas, comparando diferentes perspectivas apresentadas por seus colegas durante a oficina.
O cronograma da atividade está previsto para ocorrer em uma única aula de 230 minutos, possibilitando que todas as etapas sejam realizadas de forma sequencial no mesmo dia. Inicialmente, a aula começará com uma introdução teórica sobre textos jornalísticos e questões sobre desinformação. Em seguida, os alunos serão divididos em grupos e terão um tempo específico para elaborar suas notícias. Após o término da criação dos textos, cada grupo os apresentará para a turma, seguido de um debate para análise crítica das notícias e reflexão sobre o exercício realizado, encerrando com a síntese e avaliação das aprendizagens.
Momento 1: Apresentação e Contextualização da Atividade (Estimativa: 30 minutos)
Inicie a aula apresentando o tema 'Fake News' e sua importância no mundo digital atual. Explique aos alunos os objetivos da atividade e como ela funcionará. É importante que estabeleça um ambiente aberto para perguntas e esclarecimentos. Observe se os alunos conseguem compreender o propósito da atividade e como ela se relaciona com suas vidas cotidianas, incentivando a participação ativa.
Momento 2: Divisão dos Grupos e Planejamento Inicial (Estimativa: 20 minutos)
Divida a turma em grupos de 4 a 5 alunos. Permita que os alunos escolham seus grupos ou organize as equipes, se necessário, para garantir diversidade. Oriente os grupos a começarem a discutir ideias para suas notícias fictícias, incentivando a colaboração e a troca de ideias. Ofereça apoio aos grupos que apresentarem dificuldades em iniciar as discussões.
Momento 3: Elaboração das Notícias (Estimativa: 80 minutos)
Os grupos devem trabalhar juntos para desenvolver as notícias fictícias. Ofereça papéis, canetas e, se possível, acesso a computadores/tablets para pesquisa e edição. É importante que monitore o trabalho dos grupos, ajudando-os a estruturar suas ideias de forma clara e coerente. Sugira que utilizem elementos de notícias reais para criar um contexto mais convincente em suas matérias. Avalie o engajamento dos alunos, observando a participação e criatividade de cada grupo.
Momento 4: Apresentações dos Grupos (Estimativa: 50 minutos)
Cada grupo apresentará sua notícia para o restante da turma. Organize a ordem das apresentações e assegure-se de que todas as equipes tenham tempo suficiente para apresentar. Incentive os alunos a ouvir atentamente e a anotar observações e perguntas. Durante as apresentações, observe a clareza e a criatividade das notícias apresentadas, além da confiança dos alunos em sua exposição.
Momento 5: Debate e Reflexão Final (Estimativa: 50 minutos)
Inicie um debate coletivo sobre as apresentações, perguntando aos alunos quais acreditam ser notícias verdadeiras ou falsas, e por quê. Estimule a turma a analisar os elementos de imparcialidade e parcialidade usados nos textos. Oriente para que respeitem as opiniões alheias e incentivem o diálogo respeitoso. Encerre a atividade com uma reflexão sobre o que foi aprendido e como podem aplicar essas habilidades no dia a dia. Avalie a capacidade crítica e argumentativa dos alunos durante o debate.
Estratégias de inclusão e acessibilidade:
Em caso de alunos com dificuldades de leitura ou escrita, permita que contribuam verbalmente na elaboração das notícias. Utilize recursos visuais como imagens ou vídeos introdutórios sobre o tema das Fake News para facilitar a compreensão. Durante as apresentações, se necessário, ofereça suporte para alunos que possam se sentir ansiosos, como permitir que leiam seus textos em vez de memorizarem. Considere a utilização de tecnologia assistiva para alunos que precisem de apoio adicional para participar ativamente da aula. Esteja sempre aberto a adaptar as atividades conforme as necessidades específicas dos alunos, promovendo um ambiente inclusivo e acolhedor.
A avaliação da atividade será multifacetada, focando tanto no processo quanto no produto final. 1. Objetivo: Avaliar a capacidade do aluno em identificar e discutir a parcialidade em textos jornalísticos. Critérios de Avaliação: Avaliando a elaboração do texto, coerência das apresentações e a participação nos debates, com ênfase na capacidade crítica e colaborativa. Exemplo Prático: Durante a apresentação dos grupos, o professor pode usar uma grade de avaliação para registrar o desempenho de cada aluno dos tópicos discutidos. Posteriormente, o professor pode realizar uma autoavaliação entre os alunos, onde eles refletem sobre suas contribuições e aprendizado. 2. Uso de feedback formativo e construtivo com releções do colegiado, considerando as apresentações. Adaptações: Para alunos com necessidades específicas, a avaliação pode focar em diferentes aspectos - como a comunicação oral através de instrumentos adequados, propondo a criação de um texto alternativo relacionado ao tema.
Para a execução da atividade, os recursos necessários incluem materiais de escrita como papel, canetas e computador ou tablets para edição dos textos, além de acesso a uma variedade de fontes de notícias para consulta e análise prévia. Computadores ou dispositivos móveis são cruciais para permitir a pesquisa eficaz e criação de conteúdos mais dinâmicos. Além disso, será importante contar com um quadro branco ou flipchart para estruturar os pontos debatidos e as ideias emergentes durante a fase de discussão. Esses recursos visam capacitar os alunos a explorar diferentes formas de expressão e análise com acesso à tecnologia, incentivando uma prática mais rica e diversificada de linguagem.
Sabemos que as demandas do dia a dia podem ser sobrecarregadas para os professores, mas é essencial proporcionar um ambiente inclusivo e acessível a todos os alunos. Durante a oficina, recomenda-se a criação de ambientes de grupo onde todos se sintam confortáveis para participar e colocar suas ideias, independente do estilo de comunicação. Adaptações devem visar a clareza das instruções, utilizando suportes visuais quando necessário e incentivando o feedback oral e escrito. A oferta de diversas formas de comunicação deverá permitir que os alunos desempenhem seu potencial ao máximo. Valorizando a diversidade, oportunizamos para que diferentes perspectivas sejam trazidas à discussão, fortalecendo o aprendizado colaborativo. Sugere-se ao professor estar atento a possíveis dificuldades de engajamento ou entendimento, e estar disponível para intervenções individualizadas, como realizar reuniões rápidas para entender melhor as necessidades dos alunos.
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